Sempre Sonhar...
Sonhar é sempre preciso...
É preciso sempre navegar...
Cicunavegar de improviso
Num galope a beira - m a r...

Gustavo Dourado. Bahiano de Recife dos Cardosos-Ibititá-Chapada Diamantina:Atua em movs. literários, ecológicos, socioculturais, alternativos. www.gustavodourado.com.br http://cordel.zip.net www.gustavodourado.ebooknet.com.br Sites selecionados pela Unesco/Google
Loa à Lua...
Lua Cheia de vida crescente magia...
Fantasia-quimera: Lua Nova,... Era...
Ante o Sol Nascente:...Hominguante...
A.B.C.D.$.P
A.B.C.D.$.P(1980)
Para Beatriz Prestes...


Sons fios metais pilha concretom
Dígitos códigos códices válvulas
Átomos yons quarks mésons
Baianos imigrantes miscigenados
SO$P$P$P$P$P$P$P$P$P$P$P$P$P$P...
Quimeras empre$as dólares mercado$
IBV Plazas Delfins-Precartórios
Valores grrrrana trombadinha$
$erpentes brancas negras amarelas
Largos rádios bancos ruas Trabalho
Medo fome frio desemprego
Terror Carandiru - Diadema
Mendigos Garoam Adoniram-bar
Bol$a$ Bienais teatros Favelas
Futurismodarte prazeros Futebol
Pagu-Oswald-Mário Madame Satã
Macunaíma 22 - Jeca Tatuapé
Lepidoida SP - Paulistântala
Pulmão de pindoramArte
Italian Copamartinelli - Nordestern
Café automóvel operário Japan
Rock blues punk baião forró
André-Bernardo-Caetano
Bixiga Brás Ré.públika Pau-lista
Lularns Lobato Ipiranga Sé São João
Paulistântrica Paulisamba
MetroPaulicéia
Sampaulista Cosmovisão.
Busco em teu Graal...
A alchemia de minha trans.mutação...


Gustavo Dourado. Bahiano de Recife dos Cardosos-Ibititá-Chapada Diamantina:Atua em movs. literários, ecológicos, socioculturais, alternativos. www.gustavodourado.com.br http://cordel.zip.net www.gustavodourado.ebooknet.com.br Sites selecionados pela Unesco/Google

Beatriz Prestes - 2005-01-13 02:19:42
Que super Gustavo!!!!!!
Maravilhoso teu jogo com palavras que vira inusitada poesia!!
Fiquei feliz demais com a dedicatória!!!
Parabéns...vc é fera!!!!
Um grande abraço
Bea
Planeta Urbis
Em Brasília inicio
A minha pregrinação
Pelas cidades do mundo
Brasil...Afeganistão
Roma...Meca e Paris
New York e Cubatão...

Brasília que é um marco
De poder modernidade
Me conduz à Babilônia
Símbolo da antiguidade
Bagdá...Jerusalém...
A saudade a mim invade...

Cidades do Oriente
Ulan Bator Istambul
Alexandria Marrakeshi
Ramala Cairo Mossul
Das cidades ocupadas
Não esqueço de Cabul...

Depois de tantas cidades
Com pensamento profundo
Vou a Pequim e a Tóquio
Em menos de um segundo
Vou parar em Shambhala
Cidade de outro mundo ...

Lá pras bandas da Mongólia
No Deserto de Gobi
Uma cidade encantada
Dizem que tem ali
Com tanto encantamento
Procuro as que tem aqui...

Depois de tanta viagem
Em terreno estrangeiro
Vou à Cidade Maravilhosa
Nosso Rio de Janeiro
Vejo o Cristo Redentor
Abraçar o mundo inteiro.. .

Jamais irei esquecer
De Irecê... Ibititá
Do Recife dos Cardosos
Bahia! Meu Shangrilá
Da Chapada Diamantina
Lapão...Tapiramutá...

Na Terra dos Orixás
Bahia de São Salvador
Boa terra ...Boa gente
Que cultiva Paz Amor
Onde mora Iemanjá
A musa do cantador...

Em Salvador vou ao Mar
À Ilha de Itaparica
De lá pra Itapoã
Vinícius me deu a dica
Praia...Sol... água de coco
Vou beber água na bica...

Já que estou na Bahia
Passo em Porto Seguro
Na Costa do Descobrimento
Vou derrubar todo muro...
Construir no Oceano
As cidades do futuro ...

Vi São Paulo sem igual
Nordestina, imigrante...
Metrópole Universal
Pós-moderna...Instigante
Industrial...Planetária
Cibernética...Triunfante

Brasília é uma pérola
Um cristal...Um diamante
Obra-prima de JK
De Alvorada radiante
Por do sol monumental:
Arquitetura deslumbrante...

Em Brasília tem jatinhos
Tem palácios e mansão
Muita riqueza e dinheiro
Concentrada em pouca mão
O povo já não aguenta
A opulência que se ostenta
Num mar de corrupção...

Brasília é Patrimônio
Cultural da humanidade
Tornou-se uma Metrópolis
Uma grandiosa cidade
Vou-me pra Ibititá
Buscar a tranquilidade...

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Mãeterna...

Mãeterna...

Gustavo Dourado


Mãe é uma divindade...
Fraternidade, harmonia
É Poesia à flor da pele
Majestade em sinfonia
É multiverso aqui na Terra:
Diamante...Estrela-Guia...

Relembro de minha mãe
Dia, noite, madrugada...
Nossa mãe é luz eterna
Estrela da Alvorada
Salve a mãe de todo mundo:
Mãe é natureza amada...

Salve a mãe do mundo
Mãeterna universal
Dádiva do dia-a-dia
Arte do transcendental
Infinita natureza:
Quintessência sideral...

Mãe é luz na plenitude
É virtude cristalina
É bênção do criador
Que a beleza ilumina
Sapiência que transmuta
Eternidade feminina...

Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br

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Marilene Mees Pretti - 2005-05-09 09:29:28
Gustavo... LINDOS VERSOS!!! AMEI!!!!! Beijos... Mari.

Maísa Cristina - 2005-05-08 22:43:39
Como sempre...arrasando Gustavo Dourado!
E viva..todas as máes!
beijos poéticos

Maria José Zanini Tauil - 2005-05-08 22:28:40
"Salve a mãe do mundo
Mãeterna universal
Dádiva do dia-a-dia
Arte do transcendental
Infinita natureza:
Quintessência sideral..."
LINDÍSSIMO, DOURADO!!!!

Martha Moro da Rocha - 2005-05-08 22:13:48
AH MEU QUERIDO ESCRITOR, ADORO O QUE TU ESCREVES, SEMPRE TÕO INTENSO E SABOROSO DE LER. LINDOOOOOOO

Cinemater
Cinemaia Cinemania
Cineman Cinemãe
Cinemáquina da fantasia...

Cinemoda
Cinemarte
Cinemalquimia...

Quinema...
Mudo começou
Um pouco surdo...
Hoje!
Fala em quase tudo...




Gustavo Dourado. Bahiano de Recife dos Cardosos-Ibititá-Chapada Diamantina:Atua em movs. literários, ecológicos, socioculturais, alternativos. www.gustavodourado.com.br http://cordel.zip.net www.gustavodourado.ebooknet.com.br Sites selecionados pela Unesco/Google

GLAUBERIANA

Gustavo Dourado


Glauberrando cinemagia
Glauber ser clarividente
Glauber espírito tropicalma
Glaubeletro consciente
Astro-Flor de Pyndorama
Socyal Kosmovidente

Glaubrilhante primavera
Lampião Nordeste gente
Universol do sertão
Universer reluzente
Glaubaianagô - Oxossi
Glaubebendo o solardente


Glaubeterno vanguardista
GlauBrasil libertação
Cangaceiro - repentista
Cinema novo em ação
Internacionarte plena
Glaubérrima Revôolução


Gustavo Dourado. Bahiano de Recife dos Cardosos-Ibititá-Chapada Diamantina:Atua em movs. literários, ecológicos, socioculturais, alternativos. www.gustavodourado.com.br http://cordel.zip.net www.gustavodourado.ebooknet.com.br Sites selecionados pela Unesco/Google
Gustavo Dourado - 2004-11-18 02:48:43
Poema publicado no Correio Braziliense e recitado no telejornal DF TV Globo Brasília 1985, durante o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em entrevista à  jornalista Maria do Rosário Caetano.
A Literatura de Cordel em Brasília.
A Literatura de Cordel em Brasília.
Entrevista a Wesley Gonçalves.
 
QUESTIONÁRIO A GUSTAVO DOURADO

1-Por conhecer tão bem a literatura de cordel, existe alguma diferença
entre o
Cordel no nordeste e o daqui de Brasília?
 
GD. A literatura de cordel atual, nordestina ou brasiliense, tem origens eruditas, na literatura medieval dos trovadores albigens provençais, na França.
Depois ganhou o mundo, Espanha, Portugal, Brasil, via Bahia, Pernambuco, Paraíba, Ceará e em todos os estados do Nordeste. Com a construção de Brasília, o cordel criou raízes no  Planalto Central, por meio dos candangos pioneiros e operários da construção civil. O cordel marcou presença no início da construção com os poetas e cordelistas anônimos. Cheguei a conhecer alguns desses candangos como o Tião Varela , Ligeirinho da Candangolândia. Vi outros em Ceilândia, Gama e Taguatinga e nas feiras. Mas a maioria dos poetas ficaram anônimos e suas obras sumiram nas argamassas do concreto. É preciso uma pesquisa séria para se resgatar os primeiros poetas populares de Brasília.
Quase não se tem diferença entre a literatura de cordel praticada em Brasília, com a praticada no Nordeste, a não ser algumas influências de informção, gramatical, lingüística e  de cultura regional.

2- Como entrou em Brasília a literatura de cordel?
 
GD.O cordel veio para Brasília no início da construção com os primeiros operários e pioneiros. Surgiu nos acampamentos da Vila Operária, atual Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Vila Metropolitana, Vila Planalto, Taguatinga, Granja do Torto e nos diversos acampamentos das construtoras.
A presença do cordel é mais destacada nas cidades peirféricas e no Entorno. Ceilândia, pela grande presença de nordestinos, é um centro de poesia popular, com destaque para a Casa do Cantador. O cordel está presente no Plano Piloto, na UnB, no Congresso Nacional e em vários órgaos públicos.
Tem muita gente que faz experiência com o cordel: professores, escritores, jornalistas, compositores. O cordel tem uma forte presença na Internet e Brasília tem os seus representantes..


3-Em que contexto se encontrava a capital quando essa literatura de
traços tão nordestinos se implantou aqui?
 
GD. Brasília estava no início da construção e era forte a presença dos nordestinos, principalmente na Cidade Livre(Núcleo Bandeirante/Candangolândia) e nos diversos acampamentos. Muitos eram retirantes e já eram poetas em suas cidades de origem, nos vários estados do Nordeste. Aqui , continuaram a fazer os seus versos  e a relatar a epopéia da construção e os feitos dos pioneiros e do presidente JK. 

4- Há quanto tempo existe esse movimento cultural em Brasília?
 
GD.Desde 1956, com o início da construção. Hoje, o cordel tem a vertente tradicional dos folhetos e a vertente moderna, via Internet.

5-Quais são as características da literatura de cordel brasiliense?
 
GD.São as mesmas do cordel nordestino. Narra as epopéia do povo, feitos, milagres, notícias, crimes, biografias. Geralmente são narradas em sextilhas e mantém a mesma estrutura do cordel tradicional.

6-Existem cordelistas nascidos aqui em Brasília?
 
Creio que já deva existir. Lá pelo Núcleo Bandeirante, CandangoLãndia, Gama, Taguatinga, Paranoá . Ceilândia já deve ter a sua primeira safra de poetas. É preciso pesquisar. O espaço para a poesia é ínfimo. Há muito preconceito contra a literatura de cordel. A nossa elite é muito americanizada e quase não valoriza a cultura popular, com exceção do samba e do carnaval. A imprensa de Brasília é muito elitista e pouca divulga a literatura de cordel. O negócio deles é rock e  indústria cultural.

7- Qual é a origem da literatura de cordel em Brasília e de onde vem
essas influencias?
 
GD. A origem é o Nordeste, de todos os estados. A influência vem dos candangos pioneiros e dos migrantes, principalmente via êxodo rural.


8-Por essa literatura ser oriunda de estados que viveram e vivem
constantes
problemas, como a seca, fome e a mal distribuição de renda,  como pode
essa
literatura ser incrementada em uma outra região, no caso Brasília, que
tem um
contexto em modos gerais completamente diferente?
 
GD. O homem é sentimental onde quer que esteja. Brasília têm várias facetas e ângulos. A Brasília dos Palácios e Mansões, não é mesma da Vila Estrutural, de Itapoã, Arapoanga, Recantos das Emas e do Entorno.
Tem uma Brasília que vive problemas sérios de desemprego e subemprego e essa Brasília é muito parecida com o Nordeste...Daí é um passo para que os poetas retratem as suas mazelas e problemas.
 
Como complemento indico alguns textos de minha autoria que podem ser lidos em:
www.gustavodourado.com.br/cordel.htm
http://www.saladepoetas.eti.br/dourado/fome/fome.htm
http://www.prefacio.net/index.php?view=detalhesartigo&codigo=13881
Tese sobre o cordel. Importante entrevista a Patrícia Araújo.
 
Carlos Drummond de Andrade
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E O CORDEL
 
Gustavo Dourado
 
Gustavo Dourado fala de Carlos Drumond de Andrade, um poeta que amava o cordel, e o homenageia no centésimo terceiro ano de seu nascimento, com um texto diferenciado, sensível e trabalhado em cima dos poemas que escreveu. | leia mais...
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E O CORDEL
 
 

Carlos Drummond de Andrade renovou a literatura brasileira do Século XX com maestria e criatividade. Influenciado pelos modernistas de 22, redesenhou a cena poética tupiniquim, a partir de 1930, com o livro Alguma Poesia.

Com habilidade e perspicácia, conseguiu retirar as pedras do meio do caminho literário, fato que possibilitou um grande salto qualitativo na poesia brasileira contemporânea.

Drummond bebeu em luminosas fontes, de outros grandes poetas como Manuel Bandeira, Mário e Oswald de Andrade, além dos clássicos canônicos da Poesia.

O poeta itabirano, festejado vivo e post-mortem, agora em seus 103 anos de nascimento, destaca-se entre os maiores poetas da língua portuguesa, nivelando-se a Camões, Pessoa, Bandeira, Cabral, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Gregório de Matos, Castro Alves e Augusto dos Anjos. No cenário internacional seu nome ecoa no mesmo ritmo de Yeats, Neruda, Rimbaud, Pound e Eliot.

Nosso poeta foi grande em todos os sentidos. Tornou-se um mestre da poesia, pois soube como ninguém, aliar tradição e modernidade, erudição e simplicidade.

Popularizou-se com a crescente divulgação de seus textos nos jornais, no rádio e na televisão. Sua poesia, pela singeleza e objetividade, conquistou o gosto popular e ganhou notoriedade. Poesia simples e de qualidade. Poesia que toca a alma e expande o sentimento.

O poeta de Claro Enigma foi fecundo em sua produção. Deixou-nos uma obra que ultrapassa mais de 40 livros, entre poesia, crônicas e artigos. Foi generoso com o mundo e com os leitores. Um exemplo a ser seguido pelas novas gerações e pelos poetas do futuro.

É bom recordar o muito conhecido poema da pedra no meio do caminho...

"No meio do caminho tinha uma pedra/ tinha uma pedra no meio do caminho/tinha uma pedra/ no meio do caminho tinha uma pedra" .

Para comemorar a data, faço uma homenagem ao grande poeta, com a linguagem de cordel que ele tanto apreciava:

Cordel para Carlos Drummond de Andrade - A Vida Passada a Limpo

Casa: Morte do Leiteiro
A Puta... A Morte a Cavalo
A Palavra Minas por inteiro...
Carlos Drummond de Andrade:
Bom-DiaAmante brasileiro...

Poeta do Meio do Caminho
Para o que der e vier...
Alguma Poesia: Infância
Numa Cidadezinha Qualquer
Carlos Drummond de Andrade:
Quadrilha: Pintor de Mulher. .

Mundo Grande: Nudez bela...
Esquecer para Lembrar...
Os Ombros Suportam o Mundo:
Sou Fã.zen.deiro do Ar...
Boitempo a Rosa do Povo :
Num Galope à Beira-Mar...

José: Sentimento do Mundo...
Vence o Medo, O Lutador...
Os Mortos de Sobrecasaca
Drummond vate-criador...
Além da Terra...Além do Céu...
Reconhecimento do Amor...

Poema de Sete Faces
Soneto da Perdida Esperança
Desdobramento de Adalgisa...
Poeta foi desde Criança...
Confidências do Itabirano:
Mãos Dadas:Boa Lembrança...

Nosso Tempo: Claro Enigma
No Correio...Indagação...?
As Impurezas do Branco :
Patrimônio - Comunhão...
Estrambote Melancólico:
Ao Redator de Plantão...

Menino Antigo...Elegia...
O Retrato Malsim e Não...
Os Cantores Inúteis na Noite:
A Consciência Suja do Ladrão...
A Paixão Medida de Maria:
A Travessia da desilusão...

Brejo das Almas...Amor...
Tu? Eu?...Um Quarto Escuro
O Quarto em Desordem Ficou:
Amar - Amaro atrás do muro...
Mineração do Outro e do Eu:
De repente: o ouro impuro...

A Metafísica do Corpo
Amar...A Máquina do Mundo
Qualquer Tempo: Falta Pouco
Biblioteca Verde num segundo
José, Nós... Maria, João...
Carlos, Teresa e Raimundo...

Vestido...Em Favor da Paz:
Apelo a Meus Dessemelhantes...
Prece do Mineiro no Rio:
Lição de Coisas distantes...
Discurso de Primavera:
Chave de BHelôrisontes...

Deu-se O Fim no Começo
Canto Esponjoso da Arte
Quase tudo: Igual-Desigual...
O Outro... Corpo, A parte...
Canção Amiga e Áporo:
Aqui na Terra e em Marte...

A Luís Maurício, Infante...
Primeiro Conto: Legado...
Os Últimos Dias na Memória...
Viola de Bolso toca o gado
A Carlos Drummond de Andrade:
O Nosso Muito Obrigado...

Reler a Falta que Ama
Sonhar com a Vida Terna...
Construir a Casa sem Raiz
Lá no Fim da Casa Paterna:
Carlos Drummond de Andrade:
Poeta de Luz Eterna...

Amor...Um Sinal Estranho
Amor tórrido, Amor brando
Viver Amor e o seu Tempo
Aqui-Agora... Até Quando?
Não se Mate: Salve o Boi:
Amar se Aprende Amando...

 
* Gustavo Dourado, baiano de Recife dos Cardosos - Ibititá (região de Irecê)/ Chapada Diamantina, Gustavo Dourado (Amargedom) é autor de nove livros, alguns premiados e com poemas traduzidos em cinco idiomas. É professor de Português, Literatura, Lingüística, Redação, Religião, Agropecuária e Folclore Brasileiro. - leia mais sobre o autor
 

29/4/2005 11:55:00
Grande Cordel da Ufologia Brasileira: De Anchieta ao ET de Varginha...
 

Por Gustavo Dourado

 

*Grande General Uchoa

 

Sábio ufólogo brasileiro

 

Conhecido em todo mundo:

 

Respeitado no estrangeiro

 

Precursor da Ufologia:

 

Mais autêntico pioneiro...

 

*Alfredo Moacyr Uchoa

 

Grande Ufólogo General

 

99 anos no Tempo:

 

Pesquisador genial

 

Lá no céu é uma Estrela

 

Galáxia do universal...

 

 

*Parabéns ao grande Ser

 

Guierofante - Pensador

 

Cientista Espacial

 

Ufólogo - Pesquisador

 

Guardemos sua memória:

 

Que é digna de louvor...

Fórum de Escritores
Fera do Livro
                                                    
Homenagem ao Sindicato dos Escritores
Moldura canto dos Poetas e Escritores
Lançamento da Estante do Escritor

Gestão Gustavo Dourado

I Encontro de Escritores - DF
EP: José Geraldo de Mello
Ep: José de Santiago Naud
EP: Adison do Amaral

Primeira Fase Escriba
Segunda Fase Escriba

 

Formato Escriba Atual
Poemas

Bem-vindo ao Sindicato dos Escritores do Distrito Federal

Gestão Gustavo Dourado

Primeira entidade sindical de Escritores do Brasil,teve início em 1977 e registro definitivo em janeiro de 1979,com efetivação em abril de 1979.

Maior entidade lítero-cultural do Centro-Oeste.Originou-se da Associação Profissional dos Escritores do Distrito Federal,criada por Alan Viggiano e outros 57 escritores de Brasília,dentre os quais salientamos: Antônio Fonseca Pimentel, Domingos Carvalho da Silva, Antônio Carlos Osório, Anderson Braga Horta, Marly de Oliveira, Dinah Silveira de Queirós,Yolanda Jordão, Fernando Mendes Viana, José Godoy Garcia, Esmerino Magalhães, Ézio Pires, Cassiano Nunes,Sebastião Bortone, Antônio Carlos Scartezzini, Gustavo Bandeira de Melo, Pompeu de Souza, José Hélder de Souza, Dad Squarise entre outros.

Atualmente é presidido por Gustavo Dourado(Amargedom),

www.gustavodourado.com.br

Autor de 9 livros. Gestor Público,articulista,apresentador,jornalista cultural,educador,gerente de projetos,pesquisador,empreendedor e produtor multicultural.

Teve como primeiro presidente o escritor e advogado Antônio Carlos Osório,Presidente da Academia Brasiliense de Letras.Entre os presidentes,destacamos:Pompeu de Souza,jornalista e escritor,Secretário da Educação do DF e Senador da República, Clóvis Sena,jornalista e Presidente do Sindicato dos Jornalistas do DF, Menezes y Moraes, escritor, jornalista e assessor de imprensa, coordenador do Coletivo de Poetas, Ézio Pires, jornalista do Correio Braziliense e Assessor do STF,Guido Heleno, jornalista e escritor, o maestro e escritor Jorge Antunes, o poeta Fernando Mendes Vianna. Participaram da Diretoria: Lourenço Cazarré,Nilto Maciel,Esmerino Magalhães,Lourdes Teodoro, Nilce Machado, Alceu Brito Correa etc.

Conta com mais de 700 filiados em todos os estados do Brasil e alguns no exterior. Dos seus membros mais de 200 são jornalistas e 260 sindicalizados receberam importantes prêmios literários e venceram concursos no Brasil e no exterior. Muitos possuem páginas na Internet e foram destacados em jornais e revista brasileiras e internacionais.

Memorial Juscelino Kubistschek

UM LIVRO PARA COMEMORAR O CENTENÁRIO DO PRESIDENTE JK


O tempo o julga
e a História lhe faz justiça


Memorial Juscelino Kubitschek é o título do livro que o historiador Adirson Vasconcelos lança, este mês, para homenagear o Centenário do Presidente JK.
Todo ilustrado com fotos e material iconográfico, o Memorial JK é uma obra literária que conta a vida e a trajetória política do maior brasileiro do Século XX. Um exemplo de vida com elevado espírito cívico e visão estadística – assim o define o autor do livro, para acrescentar: o tempo o julga e a história lhe faz justiça.

Adirson Vasconcelos, numa linguagem simples e objetiva, retrata os principais momentos de Juscelino Kubitschek, desde sua infância modesta em Diamantina até o seu exílio e morte trágica. Detém-se, ainda, numa ampla retrospectiva da carreira política de JK, marcada pela sua atuação à frente da Prefeitura de Belo Horizonte e do Governo do Minas Gerais, culminando com sua ascensão à Presidência da República, quando se notabilizou pelo seu “Plano de Metas” fazendo o Brasil crescer “50 anos em 5” de governo.
Os tempos de JK ganharam o título de “Anos Dourados” da vida brasileira.
O Memorial Juscelino Kubitschek pode ser pedido diretamente ao autor, que é o historiador de Brasília, ou para União Editora Artes Gráficas, pelos seguintes endereços: Caixa Postal 2455 CEP 70 849-970 – Brasília – DF ou pelo E-mail adirson@bol.com.br.


ESCRITOR LOCAL GANHA BIBLIOTECA

A Estante do Escritor do
Distrito Federal será
inaugurada, hoje, às 10h, no
Hospital Regional de Taguatinga
(HRT). O objetivo é oferecer aos
brasilienses acesso às obras de
escritores do DF. A biblioteca terá
no acervo 800 livros. Na
programação da festa, showcom
os artistas Donner Cavalcante ao
violino e Jorge Som no violão. A
Estante do Escritor teve apoio da
Administração Regional de
Taguatinga, Academia
Taguatinguense de Letras,
Sindicato dos Escritores do
Distrito Federal, Biblioteca
Pública Machado de Assis e
Biblioteca Pública Dorina Nowill.
A biblioteca será instalada no 3º
andar, ao lado do pronto-socorro
e contará com a mala do livro
itinerante, que levará os livros aos
pacientes internados.
Ferreira Gullar em Brasília



Ronaldo Mousinho e amigo, Ferreira Gullar,
Gustavo Dourado e Luiz Carlos Cerqueira


O poeta Ferreira Gullar, autor do livro Poema Sujo, esteve em Brasília recentemente para receber homenagem do Centro Cultural Banco do Brasil. A diretoria do SEDF, sob o comando do presidente Gustavo Dourado, esteve presente e prestigiou o grande poeta. Gullar falou de sua trajetória no Maranhão e Brasília, além do período em que esteve no exílio, em outros países. Depois da palestra, o poeta autografou seus livros para os leitores amigos.
Ferreira Gullar morou em Brasília na década de 60, onde dirigiu a extinta Fundação Cultural do DF.

 

Projeto Poesia no ônibus
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
SECRETARIA DE CULTURA
FUNDAÇÃO CULTURAL


POESIA NO ÔNIBUS: LANÇAMENTO OFICIAL(1995)

Gustavo Dourado

Apresentações musicais e um recital poético marcarão, no próximo dia 20, às l7h, na plataforma inferior da Rodoviária, o lançamento oficial do programa Poesia no Ônibus. Mais de 30 poetas foram classificados no concurso e, agora, suas obras vão circular pela cidade, em ônibus que servem às populações das cidades-satélites e do Plano Piloto. Alguns poetas classificados: Adriana Coutinho, Ângelo Martins, Benedito Ferreira, Benilson Ataíde, Brasilene Martins, Carlos Alberto Abel, Cleomar Rocha, Clineu Moreira, Maria Eunice Veloso, Marta Maria Alves, Ramsés Ramos, Wander Batista, Vanessa Daltrozo e Zuleica Porto, Além de Marcos Aurélio Barbosa, Marivaldo Andrade e Paulo Severino Kauim.
Os poetas Carlos Drummond de Andrade, Mário Quintana, Henriqueta Lisboa e Paulo Leminski serão homenageados, in memoriam, post mortem, hors concours. Alguns de seus poemas inéditos irão circular pelos ônibus da cidade.O programa Poesia no Ônibus é coordenado pela Assessoria de Literatura(Gustavo Dourado), do Departamento de Promoções da Fundação Cultural. E com parceria da Secretaria de Cultura e Esporte, Secretaria de Transportes e Sindicato dos Escritores do DF

Rodoviária ganha Estante do Escritor


A Livraria da Rodoviária, em parceria com o Sindicato dos Escritores, lançou, no dia 24 de novembro, a Estante do Escritor Brasiliense, com a participação de vários intelectuais da cidade. Escritores, poetas, contistas, jornalistas, romancistas e artistas da cidade prestigiaram o evento, um dos últimos e mais concorridos deste ano. Na ocasião, os escribas autografaram suas obras para o público convidado.
Com esta estante, o Sindicato dos Escritores do DF fecha o século e milênio com chave de ouro. A famosa Livraria da Rodoviária, instalada estrategicamente num dos locais onde circulam cerca de 400 mil pessoas por dia – procedentes de todo o DF e do Entorno, é palco efervescente da cultura popular e coração da capital do País. Portanto, nada melhor do que instalarmos a nossa estante naquele local, onde o público terá acesso às obras de vários autores da cidade. O evento foi destacado pela mídia brasiliense.


O Presidente do Sindescritores, escritor Gustavo Dourado, é cumprimentado pelos escritores Mauro Santayana, articulista do Correio Braziliense, Leon Szklarowsky, jornalista e presidente da Academia Maçônica de Letras, Adison do Amaral - vice-presidente dos SEDF e presidente da Academia de Trovadores.

Escritores brasilienses na inauguração da Estante do Escritor na Livraria da Rodoviária

A literatura no novo milênio



Nesta entrevista, o pre
sidente do SEDF, Gus
tavo Dourado, faz
uma síntese do traba
lho desenvolvido pela diretoria da entidade que, nos últimos três anos, batalhou no sentido de impulsionar a divulgação dos autores brasilienses. Ele preconiza um futuro promissor para a literatura, com a integração das novas tecnologias e meios de comunicação que facilitarão o acesso do leitor a um maior número de escritores, muitas vezes relegados pelo competitivo e tradicional mercado editorial

Escriba – Qual o balanço que você faz destes três anos à frente do sindicato?
Gustavo Dourado – O balanço é altamente positivo. Houve um avanço na divulgação do trabalho dos escritores brasilienses, que hoje ocupam um lugar proeminente na cultura local. Isso em parte se deve ao grande número de lançamentos de livros, muitos com o apoio do sindicato. Atualmente registramos uma média de cinco lançamentos por semana, em grande parte, de autores locais. Assim, atingimos o mesmo nível do Rio e São Paulo. Falta, no entanto, maior apoio dos órgãos governamentais e profissionalização do mercado editorial. Contudo, reconhecemos que a literatura brasiliense conquistou o seu lugar de destaque.

Escriba – Ao seu ver, quais os motivos para essa expansão da literatura local?
GD – Graças, principalmente, ao trabalho desenvolvido pelos autores. A melhoria da qualidade textual também é outro ponto positivo. A ação do sindicato tem impulsionado a divulgação dos escritores brasilienses, com apoio a lançamentos de livros de novos escritores e de autores já estabelecidos, por meio de importantes projetos. Dos projetos desenvolvidos, salientamos a Usina de Letras via Internet e a Estante do Escritor Brasiliense que têm proporcionando maior visibilidade das obras literárias.

Escriba – E quanto ao mercado editorial. Você acha que ele está mais aberto?
GD – Em Brasília, ainda temos poucas editoras. A grande maioria são gráficas. Praticamente não existem contratos editoriais. O autor paga por tudo. E isso é um drama, pois a atividade do escritor é muito individual e pouco valorizada numa sociedade de analfabetos reais e analfabetos virtuais. O meio empresarial também não investe em cultura de um modo geral. A Bolsa Brasília de Produção Literária está paralisada e a Secretaria de Cultura não desenvolve projetos literários. Apesar de tudo, os autores de Brasília vêm quebrando os grilhões e conquistando espaços. Haja vista o número significativo de autores premiados e vencedores de concursos literários em outros estados e até no exterior. Muitos autores participam de antologias, coletâneas, revistas, jornais e publicações diversas. Dos membros do sindicato, 250 já foram agraciados em concursos e prêmios literários. E este é um grande incentivo para se continuar na luta.

Escriba –Quais sugestões você daria a quem quer publicar um livro hoje em Brasília?
GD – Em primeiro lugar, ter autocrítica. Analisar o mérito da obra e a qualidade do trabalho. Não se deve publicar uma obra somente pela vaidade. É necessário depurar o texto e conhecer os bons autores. A partir daí, começa uma verdadeira via-crucis. É necessário registrar a obra na Biblioteca Nacional, via Biblioteca Demonstrativa. Preparar os originais e enviá-los para as editoras. E, sobretudo, ter paciência para receber muitas negativas. Conheço autores premiados pela Academia Brasileira de Letras que tiveram seus originais vetados por mais de 20 editores. E que depois criaram suas próprias editoras. Como dizia Fernando Pessoa – “tudo vale a pena se a alma não é pequena”. Portanto, se um escritor tem talento e uma boa obra, ele deve mesmo batalhar para publicá-la.

Escriba –como ficou o seu trabalho individual de escritor nestes três anos à frente do sindicato?
GD – Apesar da falta de tempo e do grande número de tarefas, mesmo assim, consegui publicar o livro Phalábora e participar das antologias Espelhos da Palavra, Poesia de Brasília, Coletivo de Poetas e Brasília: Vida em Poesia. Além disso, publiquei dezenas de textos no site Usina de Letras e em outros sites da Internet. Mas a minha maior satisfação neste período foi ver o meu trabalho ser reconhecido em tese do mestre Ilton Cerqueira, da Universidade Federal de Ouro Preto, e em seleção da comissão editorial Selo Letras da Bahia. Assim, desenvolvi atividades como presidente do SEDF, sem, contudo, esquecer da produção literária pessoal.

Escriba – Ao seu ver, qual o futuro do livro diante das novas tecnologias?
GD – O livro é eterno. Ele não morrerá. Deverá, no entanto, passar por transformações e adaptações às novas linguagens e tecnologias. O computador, as linguagens audiovisuais, a Internet, tudo isso contribuirá para que a literatura passe por um processo de renovação. As perspectivas não são ruins, uma vez que haverá uma maior democratização no processo de edição e de divulgação de textos. A preocupação maior é com a qualidade. Esta, deve permanecer sempre, independente de qualquer tecnologia ou inovação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CRIAÇÃO DO INSTITUTO DO LIVRO DO D.F

Gustavo Dourado

www.gustavodourado.com.br


Apresentação:

A Fundação Cultural, por meio da Assessoria de Literatura. Atendendo a uma reivindicação das Entidades Literárias, reunidas no I ENCONTRO DE ESCRITORES DO D.F, vem sugerir ao Governador Cristovam Buarque e ao Secretário de Cultura e Esporte, Silvio Tendler, a criação de uma comissão. composta de escritores, Intelectuais, bibliotecários e servidores da SCE/FCDF, para instituir o instituto do Livro do DF, órgão vinculado a Secretaria de Cultura e Esporte do DF.
O Instituto do Livro do DF poderá funcionar provisoriamente em espaços públicos que hoje são utilizados para fins diversos - Touring, Funbalé. Por exemplo até que se estabeleça uma sede definitiva.
O Instituto deverá contar com:
1. Biblioteca. salas de leitura. Salas de exposições;
2. Auditório para lançamentos, recitais. apresentações artísticas, debates, encontros e palestras;
3. Videoteca, sala de vídeo e CD Room;
4. Hemeroteca e sala de consulta/pesquisa;
5. Arquivo literário, Estante do Escritor Brasiliense;
6. Biblioteca de publicações brasilienses (de 1957 aos dias atuais);
7. Núcleo de informação e divulgação literária;Gráfica/Editora para edição de livros de autores locais convênio entre autores, editora e o Instituto;
8. Distribuidora - para distribuir as publicações no DF. Brasil e exterior, em convênio com distribuidoras e outras entidades;
9. Lanchonete - Café Literário;
10. Espaço para lançamentos.

O Instituto do Livro poderá fazer convênio com instituições do GDF: Secretaria de Educação, Secretaria de Meio Ambiente, Codeplan, Fundações, BRB, Institutos, Espaços Culturais; com organismos federais: MEC.MINC. UnB, IBICT, CNPQ. Fundação Biblioteca Nacional, Câmara dos Deputados, Imprensa Nacional, Fundação Banco do Brasil. Senado Federal. Itamarati; com a iniciativa privada; FIBRA, SENAI, Federação do Comércio, SESC, SENAI, SEBRAE, Editoras, Gráfica, Distribuidoras, Produtoras Culturais, Provedores, bibliotecas, livrarias, Bancos e Fundações; organismos internacionais: ONU, UNESCO, embaixadas, Bibliotecas, Editoras e Distribuidoras estrangeiras.
Por meio de convênios com entidades públicas e privadas do DF, Brasil e exterior, o Instituto do Livro terá papel de destaque na divulgação da cultura desenvolvida na capital do país, sobretudo na área da Literatura.
Objetivo Geral: desenvolver uma política editorial regional e nacional, com destaque para adição e distribuição do livro e afins.
Objetivos Específicos: criar a bolsa de publicações para editar obras selecionadas - instituir concursos e prêmios literários - promover Encontro de Escritores e Literatura - Assessorar escritores e editores visando a melhoria de qualidade do livro em todos os aspectos - realizar cursos e palestras visando a formação de leitores - estimular a venda. popularização e distribuição do livro a fim de divulgá-los em nível nacional - facilitar a distribuição do livro do autor do DF.
Justificativa:
Brasília conta hoje com dezenas de escritores premiados em todos os segmentos da Arte Literária, mas a cidade carece de editoras, distribuidoras. concursos literários, suplementos e revistas.
O Instituto do Livro será um espaço dinâmico composto por uma Biblioteca, Gráfica, Editora, Distribuidora e com um núcleo de informação e divulgação de eventos literários, tendo a população livre acesso.
Com a criação do Instituto do Livro, o DF ampliará a sua influência literária em todo o Brasil. consolidando a sua posição de destaque no cenário nacional.

Gustavo Dourado
  

 

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3463846

Comunidade para divulgar a obra do escritor e poeta Gustavo Dourado.

"O Bra$yl quem U.$.A. sou E.E.U.U."

Referências:

www.gustavodourado.com.br
www.gustavodourado.ebooknet.com.br
www.gustavodourado.com.br/biografia.htm
www.gustavodourado.com.br/poesia.htm
www.gustavodourado.com.br/cordel.htm
www.gustavodourado.com.br/artigos.htm
www.gustavodourado.com.br/galerias.htm
www.gustavodourado.com.br/fortunacritica.htm
http://cordel.zip.net

Site e antologia selecionados pela UNESCO/Google.

categoria: Culturas e Comunidade
dono: Yon F. Dourado
tipo: pública
fórum: não-anônimo
idioma: Português
local: Brasil
criado em: 16 de Julho de 2005
membros: 25
Noel Rosa: Poeta da Eterna Vila
Noel Rosa: Poeta da Eterna Vila Gustavo Dourado
 
 
Noel é samba na alma
É Poeta Universal
Conheceu a alma humana
Muito além do Carnaval
Realista, épico, crítico:
Eterno e intemporal...

Influenciou Chico,Vinícius
Cartola, Gil, Tom Jobim
Caetano e João Gilberto
Quase todo mundo, enfim
Filósosfo do Samba é:
Pôs o eu dentro do mim...

Mais de 200 canções
Noel Rosa nos deixou
Poesia bem rebuscada
De quase tudo, tratou
Conversa de Botequim
Em Noel, o ser,vôou...

Ciúme, dor e solidão
Drama, vida e desamor
Noel é desconcertante
Como artista:Um primor
Estilista talentoso:
Humanista, sonhador...

Precursor da Bossa Nova
Deus da Música Popular
Dores, lutas, alegrias,
Esperanças no pensar
Fantasias e desejos:
Nos delírios do amar...

Leilão do Brasil...Quem dá Mais?
Onde está a Honestidade?
"Voltaste", "Maria Fumaça"
Sofrimento e saudade
"Negócio de Turco", Ladrão de Galinha":
Amor-paixão: Morte, verdade...

Peralta e humanista
Irônico, provocador...
Mulher, dinheiro, crise,
Pôs no samba a sua dor
Canta os marginalizados:
João Ninguém brota em flor...

Pra que Mentir?..."Último Desejo"
"Pra Esquecer" a dor do amor
"Silêncio de um Minuto"
"Festa no Céu": Um louvor
"Queixumes" de um Poeta:
De um coração sonhador...

"O Orvalho vem caindo"
Dança o "Gago Apaixonado"
"Com que Roupa?,"Mulher Indigesta"
"Cor de Cinza", ao meu lado
"Meu Barracão", "Quantos Beijos":
"Eu sei Sofrer", porém, calado...

Noel Rosa sintetiza
A criação popular
Charme, astúcia e elegância
Ironia em seu criar
Compositor de primeira:
Fez o samba prosperar...

Incrível poder de síntese
Vate, improvisador,
Libertário e intuitivo
Espontâneo criador
Nos botecos e esquinas:
Noel: Mestre encantador...

Gustavo Dourado. Poeta e cordelista.Letras(UnB).Pós-graduação em artes, literatura, teatro, gestão e linguagens artísticas.Autor de 9 livros.Premiado na Áustria.Selecionado pela Unesco.Tema de teses de mestrado e doutorado www.gustavodourado.com.br http://cordel.zip.net
Nordestina-se
Cordel da Cultura Nordestina
Para Patrícia Araújo
(Doutoranda da Universidade Federal da Paraíba)... e Rodrigo Apolinário do Cordel Campina
Por Gustavo Dourado


A cultura nordestina-se
Transcende o regional
Xaxado-maracatu
Xote frevo carnaval
Sanfona de Gonzagão
Forró-baião literal...

Literatura de Cordel
Improviso e embolada
Ciranda, boi e reisado
Praia, arte, luarada
Lobisomem à meia-noite
Em busca da madrugada...

Carne de sol: baião de dois
A sagrada rapadura
Bebo uma talagada
Gole de cachaça pura
Para cantar o Nordeste
Terra de amor e ternura...

São João em Campina Grande
Castro Alves condoreiro
Ariano Suassuna-nos
Cordelisa o Romanceiro
Auto da Compadecida:
Sucesso no mundo inteiro...

Glauber Rocha cinearte
Torquato em Teresina
Mário Faustino traduz
O raio da silibrina...
João Gilberto Bossa Nova
Tem essência nordestina...

Elba, Gal,Gil e Betânia
Voz de Anísio Teixeira
A arte de Caetano
Repente de Zé Limeira
Patativa do Assaré:
Encanto da Mulher Rendeira...

Na Chapada Diamantina
Horácio...Manuel Quirino
Irecê e Pai Inácio
Morro do Chapéu cristalino
Recife de Ibititá:
Canarana me destino...

Herói Zumbi dos Palmares
Nísia Floresta vital
Poesia de Auta de Souza
Nunca ouvi nada igual
Luís da Câmara Cascudo
Folclorista magistral...

Science e Chico Cézar
Paulo Freire Educação
Cangaço, Lucas de Feira
Vaqueijada, Azulão
Na peleja e na rima
Malazarte e Cancão...

Asa Branca Acauã
Petrolina Juazeiro
Cordel do Fogo Encantado
Um encanto brasileiro
Quarteto Armorial
Mestre Pinto do Monteiro

Tem Quinteto Violado
O Barro de Vitalino
Mágico Antônio Nóbrega
Tem sorriso de menino
Ivanildo Vilanova:
Um orgulho nordestino...

Baião de Humberto Teixeira
Cangaceiro Lampião
Guerrilheiro nordestino:
Imperador do Sertão...
Amava Maria Bonita
Com prazer e emoção...

Feira de Caruaru
Xangai,Tom Zé, Elomar
Zé Ramalho Avohai
Corisco a sapatear
Inácio da Catingueira
Num galope a beira mar...

No sertão de Piritiba
Raul Seixas Caculé
Na América Dourada
Joao Dourado e Quelé
Lá na Terra do Feijão:
Vou plantar capim guiné

Cego Aderaldo no verso
Apodi e Borborema
No sertão do Cariri
Ouvi o canto da ema
Penedo e Xique-Xique
São Francisco, que poema...

No Raso da Catarina
Ararinha ao natural...
Paulo Afonso cachoeira
Um salto fenomenal
No Lago de Sobradinho
Água como o Pantanal...

Xilogravura de Borges
Raul Seixas a cantar
Geraldo Azevedo galopa
Lenine a nos misturar
Zeca Baleiro embala
Graciliano no ar...

José Lins e Zé Américo
Rachel a romancear
Jorge Amado frebordina
Grapiúna a namorar
Enamora Gabriela:
Janaína reina o mar...

A cultura nordestina
É orgulho nacional
O Nordeste é um primor
É uma terra sem igual
Eu canto a minha aldeia:
Na seara universal...

Gustavo Dourado. Bahiano de Recife dos Cardosos-Ibititá-Chapada Diamantina:Atua em movs. literários, ecológicos, socioculturais, alternativos. www.gustavodourado.com.br http://cordel.zip.net www.gustavodourado.ebooknet.com.br Sites selecionados pela Unesco/Google
Cordel dos Neologismos
Gustavo Dourado

Neneólogos...Neolo.gia...
NeociênCia...Neofonema...
Neogramática...Neografia...
Neophitom...Neo.pó.ema...
Neodesejo...Neorg.asmo
Neonada...Neo.prob.lema...

Neobobs Neopóbrio...
Neoricus...Neocrata...
Neocéltico...Neófata
Neonata...Neoplasma
Neohomem: Neogata...

Neopitagórico Neoplatônico
NeoPicasso NeoDali
Neolatino Neogrego
Neonovo Neodaqui...
Neontem hoje-e-sempre
Neopirataria Newyorqui...

Automatemática Ynforme
Informação Matemática
Com Puta Dor floresceu
Mecatrônica telemática
Pra lá de Eletroeletrônica
Cibernáutica Fescolástica...

Robôótica Automatação
A Informática panasceu
Para além da Dial Ética
Em Tecnós se perverteu
Computa a dor do mundo
Não computa um versomeu..

MecaniSismo Maquinária
Robobal maquinaria
Gen Genomãe Cibork
TransBiotecnolorgia...
Astronáutila Caosmagônica
Teurge: PsiEcologia...

Drama da Ruimanidade:
Non TV no dia-a-dia
Telefome Fomiséria
Kamikazen Nave-Maria
Bomba-Homem nos implode
Na Esplanada da Poesia...

Home Site Portal Blog
Euniverso Revirtual
Teletetela Teleufone
Papopup martificial
Salquimia da calábora
Flore o Sexsurreal...

Ninventar - creinventar...
Fragmática - Felestese
Homonovo morreinasce
Paralém da thelesthese
Transmutatis Transmutantis
Na nave da Cosmogenese...

Deletar o neovírus
À Gramáquina for.matar...
Teleinformatizar o somnho
Na teletevê se malienar
Viver na Era do Roubô:
Nalma: computadolarizar...

Admiralfa novelho e-mundo
Neomundo ondestá?
Tudo sempre dez.igual
O que dagente será?
O que será desse povo?
Um novomundo Cheegará?

Criaar nuns neonlogysmos
À phalavraada procrear...
Jacordear o Tricionário
Sociolangüética generar
Artecer voxcabulárium
Nononada:Tetravessiar...

Neo Logos e Neoismos
Ismologos Phantheon...
Palavrador Infiniterno
Infiníntimo Infinithon
Eternideidade Imortalma
Infinidádiva: Etherneon...

Palavrar Phalaborar
Palavrato Palavrarte
Palavrátomo Palavrátona
PhalaÁfrica Phalaarte
Palavradura: Palavrearte...

Phalábora Babelaborar
Linguátomo Linguartecer
Universer Universonhar
Cosmerotizar Natureser
Naturezar Manatureza
Naturezoo: Zentristecer...

Gen Gênesis Gentem
Genomãe Geneticarma
Biogenética Biorgasmo
Naturezave Neodharma
Naturezamo-te Planeterrágua
Depreferência: Sem-Arma...

Reuniverse Universom
Universereia Universol
Nuniverso Universonho
Multiuniverso Marrebol
Cosmorte-ávida-vidádiva
Diabo-Adeus Terra do Sol...

Morrenascem Borboletras
Escrevive hestória pharva
Neurogameta Sensideral
Navegalume interestelarva
Palávrea verbi além do tom
Semeia a terra a vida larva...

Christorgásticósmicolibri:Ser...
Respiritualidade:Gencologia
Cosmiconsciência...Revôolução
Eternura...ParaPsiEcologia...
Mecabala...Cabalárvore...
Ágora-Siempre:Totempoesia...

Bícone Triconoclasta
Televisagem Telemutação
Telebina Telecomputador
Antropofálica Sexposição
Teledramática Telepoiesis
Transmutantra ao Coração...

Humanatura: Mulheros
Homerótico - Homerético
Homemulher Origênesis
Geneescalafobético
Alquimagista Alquímago
Transmutantelételétrico...

Hermeneuticaabalístico
Fenomenologicônicovo
Neologiz...NeolGéa...Fiz
Neologismo versi Anovo
Phomem de(s)conhecimento
É triste a fome do povo...

Minventar nueva Palabra
Novo termo na lingua.gen
Psicolingüística Psibernética
Loucomputador em rima-gen
O espíritom da Informática
Reencarnará além do Gen...
TORQUATIANA

Anjo louco renascente
Anjo barroco cigano
Netuno do oceano
Sertanejo universol
Torquato fenomenal
És poeta soberano

Desfolhaste a bandeira
Da manhã luz tropical
Estrela d´alva serena
Vespertina musical
Ritmaste a nova era
Iluminando o carnaval

Combateste o arcaísmo
O modismo, a opressão,
Ao morrer eternizou-se
Sem medo da repressão
Foste vítima da tortura
Da angústia da razão

Antropófago criativo
MultiArtista criador
Mago do tropicalismo
Morreu de arte e amor
Morreste abandonado
Pelo sistema jogado
No precipício da dor...

Gustavo Dourado. Poeta e cordelista.Letras(UnB).Pós-graduação em artes, literatura, teatro, gestão e linguagens artísticas.Autor de 9 livros.Premiado na Áustria.Selecionado pela Unesco.Tema de teses de mestrado e doutorado www.gustavodourado.com.br http://cordel.zip.net

Direitos Humanos em Cordel



Direitos Humanos sempre

Devem ser prioridade

Sociedade mais justa

Com ação e liberdade

Com renda distribuída

Mais solidariedade...


Educação para todos

Consciência pra pensar

Pelo fim da opressão

Sem fome pra dizimar

Direitos Humanos na prática

Para a vida melhorar...


Poder sem corrupção

Atuação popular

Fim do analfabetismo

Ética para governar

Honestidade e justiça:

Ao ser humano respeitar...


Direitos do Cidadão

Direitos Fundamentais

Cultura e alimento

Respeito aos hominais

Direitos humanos unidos

Aos Direitos Sociais...


Vamos melhorar o mundo

A tirania acabar

Desconcentre-se a renda

Para o povo educar

Consciência sem miséria

É hora de transformar...


Direito à Comunicação

Acesso ao conhecimento

Democratização da mídia

Liberdade ao pensamento

Formação/Informação

Em crescente movimento...


A economia vai bem?!

O nosso povo vai mal

A exclusão é uma praga

Desestrutura o social

Não à desigualdade

Imposta pelo capital...


Mude-se! Transforme o mundo!

Cultive a fraternidade

Que a paz una o povo

Desarme a humanidade

Pelo fim da exploração

Viva a multiplicidade!

Pirata$ Pó$-moderno$
(Qualquer semelhança com a ficção é pura realidade)

Vivemos momentos estarrecedores e de profunda decepção: Um verdadeiro mar de lama afoga nossas esperanças. O País está atônito! É um escândalo atrás do outro. Cada dia tem uma denúncia mais grave que a anterior. Parece urucubaca, coisa encomendada. Mas, infelizmente é a verdade nua e crua.
Basta verificar os fatos e constatações do que se lê, se diz, se ouve e se vê :
Assaltam os cofres públicos e contingenciam o orçamento relativo ao social.
Só há verbas para propinas, subornos, "mensalões" e para se corromper os lacaios de plantão e os criminosos de "collarinho branco". É o que mostra o noticiário da media e a realidade dos atos. Um festival de ilegalidades, maracutaias, nulidades, falcatruas e bandalheiras inimagináveis: Caixas 2 a mil, CC5 aos bilhões, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, lucros excessivos, dependência externa, remessa ilegal de valores, off-shores, saques milionários, concussão, peculato, dólares na cueca e nas malas reais, verbas secretas em dezenas de ilhas, nos Estados Unidos, Uruguai e nas suiças do mundo.
Falaram em ética, moralidade e respeito à causa pública e o que se vê na prática é tudo ao contrário do que se promete(u). A corrupção e a mentira foram institucionalizadas em quase todos os setores. O mau exemplo de agentes políticos, mandatários, tesoureiros, publicitários, dirigentes, politiqueiros, lobbystas, banqueiros, assessores, executivos, servidores, midiotas e marqueteiros provocam asco em nossa população, que prima em sua maioria(quase sempre) pela prática dos bons costumes, da honestidade e do respeito à coisa pública(a cada dia o povo dá exemplo de honestidade, ao contrários das elites daslux).
Senhores bem alinhados, aparentemente respeitáveis, altamente graduados, em princípio insuspeitos, quase todos engravatados, portadores de maletas suntuosas, de diplomas de nível superior e de pós-graduação, em ternos de grife, mostram as suas verdadeiras facetas e intenções:
São em grande parte, predadores, corsários e famigerados piratas pós-modernos, pilhadores do erário, da fazenda nacional e do tesouro público.
Trabalham pouco e ganham muito bem(quanto mais tem, mais quer). Recebem altos salários, comissões, jetons e ajuda de custo, para quase tudo. Cama, mesa e banho. Uma apetitosa sopa. Verdadeiras mamatas.
Muitos desses $enhores ultrajam a Nação com a falta de ética e o escárnio que nutrem pelo povo(são injustos veríssimos). São raposas a tomar conta do galinheiro. Serpentes voadoras. Eles adoram as verbas e vivem a falsificar o verbo. Essa gente perdeu o bonde da história, a decência e o decoro..
Eles roubam, furtam, assaltam, falsificam, surrupiam, mentem descaradamente e estão sempre na “telinha”, no horário nobre a fazerem promessas mil, contam piadas e bravatas sobre os seus feitos. Prometem de tudo(até o paraíso): emprego, saúde, educação, segurança e qualidade de vida. Agem e legislam em causa própria e desrespeitam as leis que eles mesmos elaboram. Não sabem o que é cadeia. Não conhecem a dura realidade, a fome e a miséria em que subvive o nosso sofrido povo.
Vivem no mundo da lua, em vôos, viagens, jantares, festas, coquetéis, salamaleques, regabofes e reuniões. Dizem as más línguas, que alguns até apreciam uma orgiazinha. De preferência, em hotel 5 estrelas e paga com dinheiro público. Maria Esquina, que o diga! Tem muita gente em sua famosa lista. São tantas as listas, que se forem divulgadas, poucos terão escapatória. Dá-lhe conselhos de ética e divórcios. Vive-se a síndrome das listas. Dá pra fazer uma lista dos honestos?! Por certo será uma lista mínima, por falta de quorum.
Claro que temos as exceções, que, infelizmente, são muito poucas.
Louve-se o trabalho das procuradorias, de setores da polícia, imprensa e de alguns meios de comunicação, sem esquecer da Internete. Quem é honesto é vilipendiado e chamado de bobo e otário. Os "neobobos" como proferiu um desses doutores magnata$ espertalhões, que ainda não enfrentou uma CPI. Foge da CPI como o diabo foge da cruz. Aí tem coisa. "Quem não deve não teme".
São mais de 300(mil) picaretas (como foi dito e cantado) por um ex-operário, a mamarem nas têtas do Estado e a sugar os mamilos da pobre-rica “viúva” verde-amarela.
Eles infestam palácios, hotéis, aviões, blocos, mansões, empresas, bancos, empreiteiras, trustes, oligopólios, agências, (certos executivos, legislativos e judiciários, que renegam os seus papéis). Lalau que o diga.
Abundam-se em prefeituras e câmaras da desilusão. Desviam o dinheiro das escolas, da merenda, da saúde, da previdência e do trabalho, para as contas pessoais, de familiares, parentes, amigos, “laranjas”, CC-5 e paraísos fiscais. Sonegam os impostos, abortam os sonhos e fraudam a realidade.
São clientelistas, corporativos, entreguistas, fisiológicos, escravagistas, estelionatários, agiotas, paternalistas, abusam do nepotismo e adoram mordomias. São lobos vestidos em pele de cordeiro, com habeas corpus preventivo e salvo-conduto permanente.
Milhões de corruptos e milhares de corruptores fazem escola.
Ai do pobre que "roubar" um pão: vai preso no ato em flagrante delito, sem apelação e sem decurso de prazo. "cadeia é para pobre"... é o conhecido ditado. Poucos pobres são portadores de diplomas universitários.
As universidades são territórios exclusivos das elites e dos filhos dos poderosos, tubarões e nababos.
O analfabetismo é crônico e lucrativo para os donos do poder. Estudar pra quê? É "melhor" tornar-se político e logo logo ficar rico e ganhar 1 milhão de dólares...
Depois ainda dizem que todos são iguais perante a Lei: Uns são mais iguais do que os outros.
Superaram a ficção, com a repugnante realidade de uma pobre, triste, caótica e tragicômica ópera-bufa.
Vivem a fazer todo o tipo de sacanagem, como a imoralidade que arquitetaram contra o povo, os aposentados e servidores.
São intocáveis e protegidos por "leis" capciosas e caóticas, por eles mesmos elaboradas.São imunes a quase tudo e arrostam com arrogância a ultrajante e indigna impunidade.
Acorda, minha gente: Reconquiste-se o direito de ser livre, sincero e honesto:
*Libertas quae sera tamen*
DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL,
Mário Ribeiro Martins
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.phtml?cod=3802&cat=Ensaios&vinda=S

GUSTAVO DOURADO( FRANCISCO GUSTAVO DE CASTRO DOURADO), de Irecê(Ibititá-Recife dos Cardosos), Bahia, 18.05.1960, escreveu, entre outros, “PHALÁBORA”(1997), “TRANSFORMAÇÃO(1980-UNB), “LINGUÁTOMO”(1991), “ESPEJOS DE LA PALABRA”(1999), “CARMO BERNARDES IMORTAL”(1996), “TUPYNAMBARBARIE”(1984), “CORDEL-TORQUATO NETO”(1991). Escreve também sob o pseudônimo de AMARGEDON e SHAMBALLA. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante 15 anos viveu na Bahia. Por volta de 1975, mudou-se para Brasília, onde se formou em Letras, em 1985 e em Teatro, em 1993. Foi fundador e Diretor do Centro Acadêmico de Letras. Professor de Português, Literatura, Lingüística, Redação, etc. Lecionou no Colégio Elefante Branco e na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, bem como no Gama, em Ceilândia, Taguatinga, na LBA e no Hospital Sarah(em áreas específicas). Foi Delegado e militante do Sindicato dos Professores e do Sindicato dos Escritores. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras e Música do Brasil(Presidente), Academia Internacional de Lutèce(Paris, França). Presidente do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Pesquisador. Ficcionista, Ensaísta, Memorialista. Intelectual, Administrador, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Orador, Conferencista. Idealista, Visionário, Biógrafo. Romancista. É verbete do DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares(1994). Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é devidamente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


Baiano de Recife dos Cardosos - Ibititá (região de Irecê)/ Chapada Diamantina, Gustavo Dourado (Amargedom) nasceu em 18.05.1960. Viveu na Bahia durante 15 anos.
Em Brasília há 25 anos, tem participado ativamente dos movimentos políticos,ecológicos, populares, sociais e culturais.
Na UnB destacou-se como líder estudantil e cultural e promoveu vários eventos como o Flimpo, a Expoarte, Show do Arroto e encontros estudantis. Foi fundador e Diretor do Centro Acadêmico de Letras.
Amargedom é autor de nove livros, alguns premiados e com poemas traduzidos em cinco idiomas. É professor de Português, Literatura, Lingüística, Redação, Ensino Religioso, Práticas Agrícolas e Folclore Brasileiro. Lecionou no Colégio Elefante Branco e na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.Ensinou no Gama, Ceilândia, Taguatinga, LBA e no Hospital Sarah (nas áreas de criatividade e de linguagens artísticas).
Atuou como delegado e militante do Sindicato dos Professores, Senalba, Sindsep e Sindicato dos Escritores (Diretor sociocultural).
Em Taguatinga dirigiu o CineClube Gritto, participou da Associação dos Moradores da QNG, do Grupo Caxadágua e da Associação de Arte e Cultura / FACULTA.
É produtor cultural e de eventos e membro do Fórum Brasília. Faz parte de academias e entidades socioculturais. Presidente da Academia de Letras e Música do Brasil e membro da Academia Internacional de Lutèce, Paris, França. Pesquisador cinematográfico, fez a pesquisa biográfica e literária do filme “Castro Alves”, de Silvio Tendler, prêmio Margarida de Prata da CNBB, em 1999.
Assessor de Literatura da Fundação Cultural do DF. Presidente do Sindicato dos Escritores do DF. Representante da União Brasileira de Escritores. Filiado à Associação de Imprensa de Brasília. Pós-graduado em Gestão ( ONU), Literatura, Educação, Folclore, Cultura Popular, Linguagem Teatral e Linguagens Artísticas.