Folha de São Paulo/Folha Ilustrada - 26/02/2001
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Sesc prepara exposição e ciclo
DA REPORTAGEM LOCAL

A mostra "100 Anos de Cordel", prevista para o período de 17 de abril a 27 de maio, no Sesc Pompéia, como encerramento da série "Literatura Brasileira em Questão", pretende oferecer aos paulistanos uma visão histórica do cordel no Brasil e exemplos da produção atual.
Parte do acervo de 15 mil folhetos pertencentes ao colecionador Joseph Luyten estará em exposição, organizada em módulos temáticos - romance, vaqueiros, cangaceiros e religiosos.
O ensaio "Benditos", em que o fotógrafo Tiago Santana, de Crato (CE), registra romarias, também poderá ser visto. Uma oficina com demonstração das etapas de realização da xilogravura e impressão dos folhetos revelará o seu processo de produção.
A safra atual de cordéis brasileiros estará representada por repentistas e poetas, que irão se revezar em apresentações num ambiente que reproduzirá uma feira nordestina, incluindo barracas de comida típica.
O curador da mostra, Audálio Dantas, estuda a possibilidade de promover também a exibição de um ciclo de filmes relacionados ao cordel e uma série de debates.
Para a abertura do evento está programado show do cantor Alceu Valença e, para o encerramento, do artista Antônio Nóbrega. (Silvana Arantes)


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França tem obras dos anos 50 e 60
DA REPORTAGEM LOCAL

Na Universidade de Poitiers, na França, encontra-se um acervo de mais de 8.000 peças do cordel brasileiro, entre folhetos - sobretudo das décadas de 50 e 60, período considerado rico pelos especialistas -, xilogravuras, estudos críticos e registros audiovisuais.
A coleção recebeu o nome do homem que a reuniu, Raymond Cantel. Doutor em letras portuguesas, Cantel passou a integrar o corpo docente da Universidade de Poitiers na década de 40. Em 1959, fez sua primeira viagem ao Brasil, em busca de reminiscências do sebastianismo português.
Seduzido pelos mitos populares nordestinos, Cantel passou a ser um estudioso da cultura brasileira e tornou-se próximo de poetas e gravadores como Rodolfo Coelho Cavalcante, José Soares, Azulão e José Bernardo. Manejando uma câmera, Cantel registrava a performance de repentistas. Em Poitiers, chegou a ter como assistente a professora Elza Tavares, uma das lexicógrafas do dicionário Aurélio, como lembra a escritora Nélida Piñon, que recebeu da universidade francesa o título de doutor "honoris causa". Nélida doou peças de sua coleção particular para o acervo Cantel, "levando em conta sua importância". "Sou uma mulher apaixonada pelo medievo. E acho que no fulcro do cordel brasileiro podemos detectar as fontes das nossas inquietações imaginárias. Doei tudo o que tinha sobre ele pois tenho uma forte noção da memória brasileira. Chega a ser uma tristeza, mas eles valorizam o que nós não valorizamos", diz Nélida.
Com a morte do professor Cantel, em 1986, o acervo ficou desabrigado de cuidados até a chegada da estudiosa holandesa Ria Lemaire à Poitiers, em 1992.
Este ano a universidade adquiriu um equipamento de tecnologia de ponta capaz de digitalizar e restaurar obras antigas. A aquisição permitirá à universidade arquivar em CD todos os folhetos do acervo Cantel, cuja "sobrevivência" é a principal preocupação de Ria Lemaire. "Os folhetos são velhos, o papel, muito barato, de qualidade ruim. Eles passaram por não sei quantas mãos num clima tropical muitas vezes muito úmido, foram visitados pelo cupim e por roedores." O equipamento servirá também para "salvar folhetos raros de poetas e colecionadores brasileiros que estão em vias de perdição", diz a especialista. (Silvana Arantes)
Cordel da França
Cordel da França
Gustavo Dourado

A França é uma princesa
Que exprime a Cultura
Revolucionou o Mundo
Com a sua literatura
Paris, a cidade-luz:
Ilumina com ternura...

França é movimento
Vanguarda e dinamismo
Terra de criatividade
De Arte e Iluminismo
Onde flui a criação:
Sonhos do Surrealismo

Terra de Simone e Sartre
Berço do Existencialismo
Onde Flaubert encantou
Com a Flor do Realismo
Onde se fez resistência:
Contra o Nazifascismo...

França da Revolução
Das musas e trovadores
De Lyon e de Provence
Dos poetas criadores
De Rimbaud e Baudelaire:
Dos gigantes pensadores...

A França é um exemplo
Para toda a humanidade
A Poesia se expressa
Flui amor e liberdade
O saber e o pensamento:
Transmutam fraternidade...
"A Arte de Reinventar""Maria Félix Fontele"

 "A Arte de Reinventar""Maria Félix Fontele"


OETA-GUSTAVO DOURADO
A arte de reinventar. Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta
da reinvenção ... Maria Félix Fontele - Jornalista e Escritora. voltar Próximo.
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POETA-GUSTAVO DOURADO
A arte de reinventar. Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta
da reinvenção ... A sou EEUU". Maria Félix Fontele. Jornalista e Escritora. ...
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POETA-GUSTAVO DOURADO
A arte de reinventar Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta
da reinvenção e da magia. ... Maria Félix Fontele - Jornalista e Escritora.
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POETA-GUSTAVO DOURADO
Maria Félix Fontele - A arte de reinventar Maria Fontes - Cordel Na Internet
Maria José Zanini Tauil - Brasil, país invivível? Maria Thereza Neves ...
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Usina de Letras
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A arte de reinventar -- 04/11/1999 - 23:29 (Maria Félix Fontele). ...
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Leituras. A arte de reinventar, 04/11/1999, 23:29, 301. Patrocine esse autor. ...
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Cosmovisão no cinema ( Maria Félix Fontele / G. Dourado) ... A arte de reinventar.
Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta da reinvenção e ...
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Cordel do Cinema Novo
Cordel do Cinema Novo

Gustavo Dourado

Para Sylvie Debs

"Uma idéia na cabeça

E uma câmera na mão"

Deu-se o Cinema Novo

Em forte ebulição

Vidas Secas:Terra em Transe

Cinema Novo: Um vulcão...



Nelson Pereira dos Santos

Cineasta inventivo

Glauber Rocha transmutou

Com seu gênio criativo

Tem presença do cordel:

Conselheiro redivivo...



O autor é destacado

Reflete o social

Realidade brasileira

Vai além do Carnaval

Cenário simples, fala longa:

Quintessência cultural..



Neo-realismo, nouvelle vague:

A nós... influenciou...

Estética cinematógráfica:

À nossa fome degustou

Cinema do Terceiro Mundo:

Deus o Diabo ecoou...



Os Fuzis, Macunaíma

Joaquim Pedro de Andrade

Ruy Guerra, Cacá Diégues:

A censura: a nós invade

É tempo de ditadura

E luta por liberdade...



Metáforas, temas rurbanos

Arte de A Grande Cidade

Nordeste, fome, miséria

Na urbi, a posteridade

Cinema novo é talento:

Luz e criatividade...

Poética de Gustavo Dourado
Phalábora (http://www.gustavodourado.ebooknet.com.br)


Escritor: Gustavo Dourado (Amargedom)
Editora: Valci Gráfica e Editora
Ilustrador: CMJ / Gustavo Dourado
Ano de Publicação: 1997
Registrada na FBN: Sim
Genero: Poesia

Resumo:

Texto poético-crítico com re(in)venção da linguagem. Viaja por vários caminhos, pelos campos da ecologia, da informática, da política, da economia, do cinema, das artes gráficas, da semântica, da crítica e da sátira, da ironia, da denúncia, da literatura de cordel, de muitos mais e de tudo enfim, procurando abrir brechas na vastidão das possibilidades que lhe oferecem as palavras e uma prole numerosa de sígnos icônicos e indiciais. Concreto, expressionista, pop, criador multimídia, a movimentar um poderoso arsenal de recursos poéticos e transpoéticos, de inesgotável utilização. (Parecer sobre o livro Phalábora da Comissão Selo Letras da Bahia, 1998)

Linguátomo


Escritor: Gustavo Dourado (Amargedom)
Editora: Brindouro
Ilustrador: Raimundo Emetérios
Ano de Publicação: 1991
Registrada na FBN: Sim
Genero: Poesia

Resumo:

Nesta obra, o autor utiliza os vocábulos como setas, indicando uma inovação do referente na linguagem poética. Desenvolve uma corrente avassaladora de imagens ainda mal captadas pela nossa sensibilidade e sentidos. O poeta desfia uma linguagem atomizada às últimas conseqüências. Sua capacidade criativa serpenteia orientado para o cerne do estágio atual da vanguarda de nossa cultura.(Celso Moliterno)

Espejos de La Palabra / Espelhos da Palavra


Escritor: Gustavo Dourado (Amargedom)
Editora: Sindescritores / Projecto SurDF / Bianchi Ed.
Ilustrador: Fernando Alonso (Uruguai)
Ano de Publicação: 1999
Registrada na FBN: Sim
Genero: Coletânea

Resumo:

Coletânea poética de autores brasileiros - brasilienses e uruguaios: Gustavo Dourado, Maria Félix Fontele, Antônio Carlos Osório, Roberto Bianchi, Sonia Otero, Antônio Temóteo, Menezes y Moraes, Ivan Monteiro, Nina Reis, Meireluce Fernandes, Luiz Carlos de Oliveira, Ildefonso Sambaíba, Celina Lamounier (+), Manuela Castelo Branco, Marisa Mendes, Âmbar de Quevedo, entre outros. Edição Bilíngüe Português/Espanhol.

Carmo Bernardes Imortal (versos de Amargedom)


Escritor: Gustavo Dourado (Amargedom)
Editora: Kelps Editora / Galeria de Arte/ UBE - GO
Ilustrador: Jorge Braga
Ano de Publicação: 8/12/1996
Registrada na FBN: Sim
Genero: Poesia

Resumo:

Biografia poética em cordel do escritor mineiro-goiano Carmo Bernardes. Ecologista, pesquisador, contista, romancista, agricultor, carpinteiro, pedreiro, marceneiro, dentista prático, pintor, redator, jornalista, cientista libertário... Prêmio Casa das Américas.

Tupynambarbárie


Escritor: Gustavo Dourado (Amargedom)
Editora: Editora do Autor
Ilustrador: Márcia Macedo (+)
Ano de Publicação: 1984
Registrada na FBN: Sim
Genero: Poesia

Resumo:

Livro experimental do autor, com ilustração da jornalista Márcia Macedo. Poemas-colagens, poemas-montagens, fotos, poemas-instalações. Poemas destaques: Não Quero Cúpula: Quero Cópula, O Brasil Quem U$A Sou E.E.U.U, A Repúblika não é Pública: É Ré, Apartamento: Apertapartando...Apartapertando.

Cordel da Criatividade


Escritor: Gustavo Dourado (Amargedom)
Editora: Sarah / FPS / APS / Equiphos
Ilustradores: Crianças - Pacientes do Hospital Sarah
Ano de Publicação: 1986
Registrada na FBN: Sim
Genero: Poesia

Resumo:

Livro de poesia / Cordel de Criatividade, que conta a história do Centro de Criatividade do Hospital Sarah Kubitschek e do Projeto Rimagens. Foram publicados 20.000 exemplares, distribuídos no Brasil e no exterior. 'Crianças gerando Artesperança Vital, Arteespírito da Vida, Artespelho Social, Artelúrica Visão, Artemperança Total.

Cordel do Corno

Sátira à a sociedade e aos políticos. Crítica de costumes e valores.

"Verdadeiro libelo erótico- social."

Affonso Romano de Sant' Anna

A arte de reinventar: Maria Félix Fontele
A arte de reinventar

Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta da reinvenção e da magia. Seu universo pujante e criativo é desvendado página a página, com palavras que jorram sons e cores, matéria prima da imaginação.
Conhecedor profundo de nossa língua e de obras dos imortais Guimarães Rosa, Mário Faustino, Euclides da Cunha, dos repentistas Cego Aderaldo e Zé Limeira, sem falar nos modernistas, faz uma junção básica do popular, do erudito e do concreto.
Ao inspirar-se, costuma beber em fontes glauberianas e torquatianas. Não é à toa que dedica dois poemas a Glauber Rocha e um belíssimo cordel a Torquato Neto. Sua magia vem também de leituras do denso James Joyce e de Baudelaire. Assim, o poeta lança um olhar sobre o futuro, transcendendo, com sua obra, os muros do lugar comum. E o resultado não poderia ser outro: versos que primam pela inventividade, versatilidade e ineditismo.
Em "Guimã-Rosa", por exemplo, faz uma exaltação à língua portuguesa e aos inventores da linguagem quando diz: "Língua! Por(tu)guesa errante, lusídica rosa personalizada/ experimentalizo la langue nas ancas filológicas do verso........Guimã-Rosa do povo/Cobra, Cabral Macunaíma".
Suas palavras brotam cores devido a forte influência das artes visuais. Fez, inclusive, parcerias com os artistas Toninho de Souza, Zé Nobre, Sabino Costa, Delei, Edgar Santana, Jorge Braga e alunos-pacientes do Sarah.
Contrário às profecias do caos, rebate essas idéias de forma peculiar com "homonovo" e ponteia: "O novo homem surgirá dionisíaco/poético-sensual/consciente rítmico/homem performático, bailarino sideral/surfista alquímico da palavra." Mas é cruel quando fala de nossas instituições políticas, uma herança da geração panfletária e engajada e deixa escapar a constatação: "O Brasil quem U.$.A sou E.E.U.U.".
Amargedom, baiano de nascimento e brasiliense de coração, tem o dom da palavra, uma oralidade impressionante. É um poeta que traduz o sentimento cósmico de forma espontânea. Um inquieto por excelência. Um repentista-cordelista de mão cheia. Com todos esses atributos podemos dizer, com toda certeza, que é um dos melhores de sua geração.

Maria Félix Fontele - Jornalista e Escritora

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quarta sim 2ª ed Sarau de Poesias - 2005/05/16 17:47
quarta sim 2ª ed


O Coletivo de Poetas e o bar Quo Vadis? convidam para a 2ª edição do sarau Quarta Sim, a realizar-se nesta quarta-feira, 18 de maio, na CLN 309. Bl. A Galeria, fone 447.3118, a partir das 21horas.
Poeta homenageado: Cassiano Nunes, pelo cineasta Bernardo Bernardes, autor do curta-metragem “Viva Cassiano”, ganhador do “Troféu Candango” no Festival de Cinema de Brasília. Cassiano Nunes tem 84 anos, é professor aposentado de Literatura, pela Universidade de Brasília, e vive na cidade desde 1960.
Poetas convidados: Lourdes Teodoro; Maria Félix; Gustavo Dourado (Amargedon), e José Edson dos Santos.
Cantoras e compositoras convidadas: Sarasthi, que mostrará composições próprias e interpretações, e Merry Cantuária, com a participação especial de Marcelo Ximenes.
Rodas de Poesia, canjas musicais e performances: Coletivo de Poetas e representantes da confraria Quo Vadis?
Observação: o poeta Herbert Lago Castelo Branco teve um problema e não pôde participar da 1ª edição do Quarta Sim, e por isto estará relançando o livro “Versos Avoantes”. Vamos homenagear os aniversários dos poetas Gustavo Dourado e José Edson dos Santos.
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quarta sim 2ª ed Sarau de Poesias - 2005/05/16 17:47
quarta sim 2ª ed


O Coletivo de Poetas e o bar Quo Vadis? convidam para a 2ª edição do sarau Quarta Sim, a realizar-se nesta quarta-feira, 18 de maio, na CLN 309. Bl. A Galeria, fone 447.3118, a partir das 21horas.
Poeta homenageado: Cassiano Nunes, pelo cineasta Bernardo Bernardes, autor do curta-metragem “Viva Cassiano”, ganhador do “Troféu Candango” no Festival de Cinema de Brasília. Cassiano Nunes tem 84 anos, é professor aposentado de Literatura, pela Universidade de Brasília, e vive na cidade desde 1960.
Poetas convidados: Lourdes Teodoro; Maria Félix; Gustavo Dourado (Amargedon), e José Edson dos Santos.
Cantoras e compositoras convidadas: Sarasthi, que mostrará composições próprias e interpretações, e Merry Cantuária, com a participação especial de Marcelo Ximenes.
Rodas de Poesia, canjas musicais e performances: Coletivo de Poetas e representantes da confraria Quo Vadis?
Observação: o poeta Herbert Lago Castelo Branco teve um problema e não pôde participar da 1ª edição do Quarta Sim, e por isto estará relançando o livro “Versos Avoantes”. Vamos homenagear os aniversários dos poetas Gustavo Dourado e José Edson dos Santos.
As edições do sarau Quarta Sim em junho serão realizadas nos dias 1° e 15. Couvert artístico: R$ 4.
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quarta sim 2ª ed Sarau de Poesias
Marcos Airton de Sousa Freitas 2005/05/16 17:47
Gustavo Dourado:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::

:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
Francisco Gustavo de Castro Dourado. Pseudônimo: Amargedon Natural de: BA Em
Brasília desde: 1975 gustavodourado@gustavodourado.com.br. 1 2 · Título ...
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:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
... la individualidad continental del Brasil, Nestor dos Santos Lima. Oh, My God!
Luiz Paulo Pieri. Tupynambarbarie, Francisco Gustavo de Castro Dourado ...
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:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília :: - 3 nov.
Phalábora Francisco Gustavo de Castro Dourado. Ilustrador: CMJ / Gustavo
Dourado Editora: Valci Gráfica e Editora Ano de Publicação ...
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:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
Cordel da criatividade Francisco Gustavo de Castro Dourado. Ilustrador:
Crianças - Pacientes do Hospital Sarah Editora: Sarah / FPS ...
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:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
Tupynambarbarie Francisco Gustavo de Castro Dourado. Ilustrador: Márcia
Macedo (+) Editora: Editora do Autor Ano de Publicação ...
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Correio Braziliense: Correio do Brasiliense

Correio Braziliense - 11 nov.
O Correio Braziliense foi fundado junto com Brasília em 21 de abril de 1960 por
... Gustavo Dourado, presidente do Sindicato dos Escritores do Distrito ...
www2.correioweb.com.br/cw/ EDICAO_20020521/vid_mat_210502_21.htm - 21k - Em cache - Páginas Semelhantes

GUIA - Divirta-se
... COLUNAS. Crônica da Cidade. Correio do Brasiliense. ... Hoje, às 20h. Palestra com o
escritor Gustavo Dourado e recital poético pelo projeto Terças Literárias. ...
www2.correioweb.com.br/cw/2001-09-25/mat_14008.htm - 23k - Resultado Adicional - Em cache - Páginas Semelhantes
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..:: Bastidores ::..
... Gustavo Dourado acaba de ser brindado com entrevista no Correio Braziliense.
Falou sobre escritores virtuais e livros independentes. ...
www.prefacio.net/bastidores/ textos/anteriores/bastidores01.htm - 19k - Resultado Adicional - Em cache - Páginas Semelhantes
[ Mais resultados de www.prefacio.net ]

Cibercultura] Fwd: Correio Braziliense LITERATURA Rede de ...
Com.Br> > Subject: Correio Braziliense LITERATURA Rede de alternativas=20 >
www.gustavodourado.com.br > Reply-To: "gustavo dourado" ...
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GRANDE CORDEL DA UFOLOGIA BRASILEIRA

 GRANDE CORDEL DA UFOLOGIA BRASILEIRA

 

 

                         Gustavo Dourado                                     Gevaerd, Dourado, Petit: homenagem a Uchôa

 

Tese de Doutorado Cordel

Tese de Doutorado Cordel: Patrícia Araújo UFPB

http://www.gustavodourado.com.br/patriciaaraujo.htm

Tese de Cordel Entrevista de Gustavo Dourado a Patrícia Cristina Araújo: Tese de Doutorado em Cordel: Universidade Federal da Paraíba.

ENTRE RIMAS E VERSOS:
CORDEL, A ARTE DE FAZER HISTÓRIA

Patrícia Cristina Araújo


Nome: Francisco Gustavo de Castro Dourado

Nome Literário: Gustavo Dourado

Pseudônimo: Amargedom

Escolaridade: Graduação: Letras (UnB) Pós-Graduação: FBT – FADM - Arte-Educação; Educação; Literatura; Teatro; Linguagens Artísticas; Gestão Pública (EG/ONU).

Idade: 44

Natural de: Recife dos Cardosos – Ibititá - Região de Irecê - Chapada Diamantina -Baixo Médio São Francisco – Estado da Bahia – Brasil

Local onde mora:

Candangolândia – Brasília - DF

Atividade que exerce atualmente:

Professor/Educador/Escritor/Cordelista/Pesquisador/Gestor/Produtor e Consultor Cultural.

Número de cordéis publicados: 226 no total, sendo 222 virtuais, 6 em ofsete, alguns em antologias, jornais, sites, fanzines, blogs e revistas.

*Ps 1: No prelo: Cordeli@

Antologia poética virtual de Literatura de Cordel Gustavo Dourado

www.gustavodourado.com.br/cordel.htm

*Ps 2: Mais de mil cordéis escritos e inéditos.

Nome: Gustavo Dourado

website: 

www.gustavodourado.com 

www.sindescritores.com.br 

Livros Virtuais:

www.gustavodourado.ebooknet.com.br

 

 

Baiano de Recife dos Cardosos - Ibititá (região de Irecê)/ Chapada Diamantina, Gustavo Dourado (Amargedom) viveu na Bahia durante 15 anos. Em Brasília há 25 anos, tem participado ativamente dos movimentos políticos,ecológicos, populares, sociais e culturais. 
Na UnB destacou-se como líder estudantil e cultural e promoveu vários eventos como o Flimpo, a Expoarte, Show do Arroto e encontros estudantis. Foi fundador e Diretor do Centro Acadêmico de Letras. 
Amargedom é autor de nove livros, alguns premiados e com poemas traduzidos em cinco idiomas. É professor de Português, Literatura, Lingüística, Redação, Ensino Religioso, Práticas Agrícolas e Folclore Brasileiro. Lecionou no Colégio Elefante Branco e na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.Ensinou no Gama, Ceilândia, Taguatinga, LBA e no Hospital Sarah (nas áreas de criatividade e de linguagens artísticas). 
Atuou como delegado e militante do Sindicato dos Professores, Senalba, Sindsep e Sindicato dos Escritores (Diretor sociocultural). 
Em Taguatinga dirigiu o CineClube Gritto, participou da Associação dos Moradores da QNG, do Grupo Caxadágua e da Associação de Arte e Cultura / FACULTA. 
É produtor cultural e de eventos e membro do Fórum Brasília. Faz parte de academias e entidades socioculturais. Presidente da Academia de Letras e Música do Brasil e membro da Academia Internacional de Lutèce, Paris, França. Pesquisador cinematográfico, fez a pesquisa biográfica e literária do filme “Castro Alves”, de Silvio Tendler, prêmio Margarida de Prata da CNBB, em 1999. 
Assessor de Literatura da Fundação Cultural do DF. Presidente do Sindicato dos Escritores do DF. Representante da União Brasileira de Escritores. Filiado à Associação de Imprensa de Brasília. Pós-graduado em Gestão ( ONU), Literatura, Educação, Folclore, Cultura Popular, Linguagem Teatral e Linguagens Artísticas. Seu trabalho recebe constantes elogios de críticos e jornalistas e foi analisado pela professora, escritora e antropóloga Sylvie Raynal, da Universidade Sorbonne (França),Wolf Ludwig, da Alemanha e outros pesquisadores estrangeiros.Conselheiro da revista DF Letras, do Concurso de Redação da S/A Correio Braziliense / Fundação Assis Chateaubriand,prêmio Estadão de Cultura/jornal O Estado de São Paulo, Imprensa Nacional,entre outros. Representante de FEDF (Fundação Educacional do Distrito Federal) junto a 52ª SBPC, realizada na Universidade de Brasília, em julho de 2000. 
Foi alfabetizado aos três anos pelo pai, com leituras bíblicas, literatura oral e literatura de cordel, ouvindo estórias, causos, repentes e lendas sertanejas. 
Destaca-se como um dos escritores baianos/brasilienses mais criativos e inovadores dos últimos tempos, de acordo com renomados críticos.. 
Estabeleceu contato com os concretistas, neoconcretistas,cordelistas, repentistas, experimentalistas, jornalistas e vanguardistas de várias tendências. 
Autor de centenas de folhetos de Cordel (muitos inéditos), contos, crônicas, ensaios, romances e roteiros cinematográficos. 
No GDF criou /coordenou diversos projetos lítero-culturais, tais como Poesia no Ônibus, Encontro com a Palavra, Bolsa Brasília de Produção Literária, Lançamentos de Livros, Estante do Escritor, Fórum Permanente de Escritores, entre outros. Participou ativamente da Feira do Livro de Brasília, Festivais de Cinema,Classe Arte, Temporadas Populares, Hora do Trabalhador, Almoço com o Escritor, Bienais Internacionais do Livro do Rio e de São Paulo. Improvisador, repentista, declamador. Participou de mais de 500 recitais poéticos e de diversas antologias, jornais e revistas no Brasil e no exterior. O seu livro Phalábora foi selecionado pela Comissão Editorial Letras da Bahia para ser divulgado no Projeto Brasil 500 Anos e foi objeto de estudo do Professor Ilton Cerqueira no Mestrado de História da Universidade Federal de Ouro Preto, em 1999. Em 2000 inaugurou com o reitor da Universidade de Brasília, Prof. Lauro Morhy , a Estante do Escritor Brasiliense, na Biblioteca Central da UnB, com a participação de mais de 200 autores. 
Estudioso da História e da Literatura da Bahia e de Brasilia com destaque para assuntos ligados ao cangaço,Lampião, Corisco, Padre Cícero, Canudos, coronelismo, Horácio de Matos, Manoel Querino, Revoltosos, Cordel, garimpeiros, genealogia, ciganos, pioneiros, JK, Missão Cruls, jagunços e aventureiros do Planalto Central, do Cerrado, de Goiás, do Sertão Nordestino e da Chapada Diamantina. 
Tem parentesco com Raul Seixas, Castro Alves, Glauber Rocha e Regina Dourado. 
Descendente de família de escritores, dos quais se destacam Autran Dourado, Ângelo Dourado, Alzira Dourado, Mecenas Dourado e o cartógrafo português Fernão Vaz Dourado, entre outros. 
Atualmente, cursa pós-graduação em Gestão Pública na Escola de Governo do Distrito Federal em Convênio com a ONU- Organização das Nações Unidas. 

Obras:

Phalábora - 1997
Transformação - UnB - 1980
Linguátomo - 1991
Espejos de La Palabra / Espelhos da Palavra - 1999
Carmo Bernardes Imortal (versos de Amargedom) - 1996
Tupynambarbarie - 1984
Cordel - Torquato Neto - 1991
Coletivo de Poetas( Participação) Org. Menezes Y Moraes - 1997/98
Brasília: Vida em Poesia ( Participação) Org. Ronaldo Mousinho - 1997
Autores em Braille ( Participação) Org. Dinorá Couto - 1995/2002
Dicionário de Escritores de Brasília ( Verbete), de Napoleão Valadares - 1994
Encíclopedia da Literatura Brasileira - Equipe Afrânio Coutinho ( Verbete) - 2001/02

Coral da UnB - Cordel - 1981
6 posteres e 6 postais de Poesia - Edição do Autor - 1980/2001
2 Adesivos Poéticos - 1983 - Lançamento no Restaurante Beirute - Brasília
Catálogo de Escritores Brasilienses( Verbete) - Governo do Distrito Federal - 2001
Poesia de Brasília, de Joanyr de Oliveira ( Participação) - 1999 
Cordel da Criatividade. Equipos/Sarah - 1986
Pesquisa do Filme Castro Alves - Retrato de um Poeta, de Sílvio Tendler, Prêmio Margarida de Prata, da CNBB. - 1999
Participação Poética/Entrevistas em Filmes e Vídeos de Maria Coeli, Márcia Macedo, Reginaldo Gontijo, Maria Maia, Vladimir Carvalho, George Jesus Duarte, UnB, Universidade Católica de Brasília, Grupo HUNDREDONE. -1980/2002

E-Mail: gustavodourado@yahoo.com.br
NOVA DIRETORIA DO SINDICATO DE ESCRITORES  DE BRASÍLIA
- Em votação realizada no sábado, dia 05/06, foi eleita a chapa do Grupo de Trabalho Cora Coralina, assim constituída:
Presidente: Meireluce Fernandes
Vice-Presidente: Roberley Antônio (Noite de Poesia)
Secretário-Geral: Luís Valério
Segundo Secretário: João Rios
Tesouraria: Lúcia Leone
Segundo Tesoureiro: Hubert Sá
Departamento Jurídico: Rômulo Marinho, Leon Szklarowiski,
Conselho de Ética: Áureo Mello, Sérgio Waldeck de Carvalho, Gustavo Dourado
Cultura:Lúcia Câmara, Marineide Miranda,
Conselho Fiscal: Renato Vivácqua, Stella Rodopoullos, Madellon, Tarciso Dal Maso, Eloísa Barbosa, Adirson Vasconcelos
Imprensa: Magu Cartabranca, Josélia Costandrade, Timm Martins
Presidente Emérito: Gustavo Dourado
Consultores:
Cassiano Nunes, Palmerinda Donato, Ronaldo Mousinho, Eillen Maravalhas, Newton Rossi, Alceu Brito, Jorge Amâncio.
Notícia enviada por Gustavo Dourado
 
MORRE FERNANDO SABINO - Morreu em 11/10, por volta de meio-dia, o escritor Fernando Sabino, autor de "Encontro marcado". Sabino vinha lutando há dois anos com um câncer no esôfago. O velório foi às 16h, no cemitério São João Batista. Fernando Tavares Sabino era mineiro de Belo Horizonte, onde nasceu em 12 de outubro de 1923, filho do representante comercial Domingos Sabino e de Odete Tavares Sabino. Na infância e juventude, destacou-se como escoteiro, locutor de programa infantil aos 12 anos e autor do primeiro conto ainda no secundário. Aos 16 anos venceu vários campeonatos de nado de costas em Minas, São Paulo e Rio de Janeiro e, aos 17 anos, escreve artigos literários para o jornal mineiro O Diário, onde também eram publicados Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino. Sempre eclético, faz serviço militar na cavalaria do CPOR, estuda direito e entra para o funcionalismo público em 1942 na secretaria de Finanças, além de dar aulas de português. Em 1944, muda-se para o Rio, onde vai trabalhar na justiça e convive com a nata intelectual do então distrito federal, incluindo Rubem Braga, Vinicius de Moraes, Di Cavalcanti e Manuel Bandeira. Em 1946, forma-se em direito e se muda para os Estados Unidos para trabalhar no consulado brasileiro. De lá inicia uma longa cooperação com a imprensa brasileira, escrevendo para o ''Diário de Notícias'' e, ao longo dos anos, para o ''Diário Carioca'', ''O Jornal'', ''Jornal do Brasil'' e ''O Globo''. Seu primeiro sucesso literário foi o romance ''Encontro marcado'', lançado em 1956, lançado em vários países e levado diversas vezes ao teatro. Em 1962, outro livro de sucesso, "A mulher do vizinho" e escreve o roteiro do filme "O homem nu", com direção de Roberto Santos com Paulo José. Foi adido cultural da embaixada do Brasi l em Londres durante o governo de João Goulart e fundou em 1967 a editora Sabiá, em sociedade com Rubem Braga que lança autores como Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Pablo Neruda e Manuel Puig. Em 1971 exerce seus dotes de diretor de cinema, realizando um curta sobre Rubem Braga e, no ano seguinte, oito pequenos documentários sobre Hollywood para a Rede Globo. Em 1979, lança "O grande mentecapto", que lhe vale o prêmio Jabuti. Lança ainda "O menino no espelho" (1982), "O gato sou eu" (1983), faca de dois gumes (1985) e é condecorado com a Ordem do Rio Branco pelo governo brasileiro. Em 1991, lança a biografia autorizada da então toda poderosa do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello. Na seqüência, lança em "Aqui estamos todos nus" (1983), seguido de "Com a graça de Deus" (1995), "A chave do enigma" (1999) e "Amor de Capitu" (2000).
Notícia enviada por Ed Bernardes
Fonte: Globo Online 11/10/2004
NOVA DIRETORIA DO SINDICATO DE ESCRITORES  DE BRASÍLIA - Em votação realizada no sábado, dia 05/06, foi eleita a chapa do Grupo de Trabalho Cora Coralina, assim constituída:
Presidente: Meireluce Fernandes
Vice-Presidente: Roberley Antônio (Noite de Poesia)
Secretário-Geral: Luís Valério
Segundo Secretário: João Rios
Tesouraria: Lúcia Leone
Segundo Tesoureiro: Hubert Sá
Departamento Jurídico: Rômulo Marinho, Leon Szklarowiski,
Conselho de Ética: Áureo Mello, Sérgio Waldeck de Carvalho, Gustavo Dourado
Cultura:Lúcia Câmara, Marineide Miranda,
Conselho Fiscal: Renato Vivácqua, Stella Rodopoullos, Madellon, Tarciso Dal Maso, Eloísa Barbosa, Adirson Vasconcelos
Imprensa: Magu Cartabranca, Josélia Costandrade, Timm Martins
Presidente Emérito: Gustavo Dourado
Consultores:
Cassiano Nunes, Palmerinda Donato, Ronaldo Mousinho, Eillen Maravalhas, Newton Rossi, Alceu Brito, Jorge Amâncio.
Notícia enviada por Gustavo Dourado
 
MORRE FERNANDO SABINO - Morreu em 11/10, por volta de meio-dia, o escritor Fernando Sabino, autor de "Encontro marcado". Sabino vinha lutando há dois anos com um câncer no esôfago. O velório foi às 16h, no cemitério São João Batista. Fernando Tavares Sabino era mineiro de Belo Horizonte, onde nasceu em 12 de outubro de 1923, filho do representante comercial Domingos Sabino e de Odete Tavares Sabino. Na infância e juventude, destacou-se como escoteiro, locutor de programa infantil aos 12 anos e autor do primeiro conto ainda no secundário. Aos 16 anos venceu vários campeonatos de nado de costas em Minas, São Paulo e Rio de Janeiro e, aos 17 anos, escreve artigos literários para o jornal mineiro O Diário, onde também eram publicados Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino. Sempre eclético, faz serviço militar na cavalaria do CPOR, estuda direito e entra para o funcionalismo público em 1942 na secretaria de Finanças, além de dar aulas de português. Em 1944, muda-se para o Rio, onde vai trabalhar na justiça e convive com a nata intelectual do então distrito federal, incluindo Rubem Braga, Vinicius de Moraes, Di Cavalcanti e Manuel Bandeira. Em 1946, forma-se em direito e se muda para os Estados Unidos para trabalhar no consulado brasileiro. De lá inicia uma longa cooperação com a imprensa brasileira, escrevendo para o ''Diário de Notícias'' e, ao longo dos anos, para o ''Diário Carioca'', ''O Jornal'', ''Jornal do Brasil'' e ''O Globo''. Seu primeiro sucesso literário foi o romance ''Encontro marcado'', lançado em 1956, lançado em vários países e levado diversas vezes ao teatro. Em 1962, outro livro de sucesso, "A mulher do vizinho" e escreve o roteiro do filme "O homem nu", com direção de Roberto Santos com Paulo José. Foi adido cultural da embaixada do Brasi l em Londres durante o governo de João Goulart e fundou em 1967 a editora Sabiá, em sociedade com Rubem Braga que lança autores como Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Pablo Neruda e Manuel Puig. Em 1971 exerce seus dotes de diretor de cinema, realizando um curta sobre Rubem Braga e, no ano seguinte, oito pequenos documentários sobre Hollywood para a Rede Globo. Em 1979, lança "O grande mentecapto", que lhe vale o prêmio Jabuti. Lança ainda "O menino no espelho" (1982), "O gato sou eu" (1983), faca de dois gumes (1985) e é condecorado com a Ordem do Rio Branco pelo governo brasileiro. Em 1991, lança a biografia autorizada da então toda poderosa do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello. Na seqüência, lança em "Aqui estamos todos nus" (1983), seguido de "Com a graça de Deus" (1995), "A chave do enigma" (1999) e "Amor de Capitu" (2000).
Notícia enviada por Ed Bernardes
Fonte: Globo Online 11/10/2004
http://www.secrel.com.br/jpoesia/matutos.html
Literatos do interior

Sem o glamour e os recursos da ABL, academias literárias se espalham pelo país com saraus à luz de velas e até karaokê

BERNARDO SCARTEZINI  

Foto David ZircoliÀ frente da Academia Taguatinguense de Letras, o presidente J. Simões resume o teor das reuniões: 'Nossa luta é manter viva a cultura' 

          BRASÍLIA - Gurupi fica no coração do Brasil. Estado de Tocantins, a 240km ao Sul da capital Palmas, a 750km de Brasília. Erguida no cerrado, a cidade de 65 mil habitantes também reúne seus literatos, de recente história. A Academia Gurupiense de Letras (AGL) foi fundada há menos de um ano, em novembro de 2000. É a prima mais jovem das inúmeras academias literárias que se espalham pelo país, com mais ou menos recursos, maior ou menor glamour. Entidades civis à sombra da Academia Brasileira de Letras (ABL), com postos menos badalados, fora das pretensões de Paulo Coelho, Zélia Gattai e Jô Soares.

          Mesmo distante dos holofotes da imortalidade literária, a AGL procura seguir a tradição da altiva Academia Francesa de Letras. Assim, reservou 40 cadeiras para membros vitalícios. No momento, apenas metade das vagas está ocupada. A cada ano, a academia pretende acolher dois novos sócios, eleitos em assembléia interna, até se fechar o grupo. Para se candidatar, segundo o estatuto da AGL, o pretendente deve morar no município há três anos, ser ''ativo'' no circuito cultural da cidade, e cumprir a idade mínima prevista de 35 anos; o que garantiria que a veia literária está algo amadurecida, não representando mero arroubo da juventude.

          O poeta e jornalista Gil Correia, 41 anos, correspondente local do Jornal de Tocantins, de Palmas, dá expediente na AGL todo fim de tarde. Coloca em dia a correspondência, prevê sessões especiais, bola concursos literários e apruma as contas. Tarefas de presidente da casa. O cargo não é remunerado. Ao contrário: cada sócio paga anuidade de meio salário-mínimo. Mas Correia nem reclama. Até porque sua casa fica a uma quadra da sede da Academia: dois quartos e um banheiro alugados - por R$ 150 mensais - em um casarão da Av. São Paulo, 1.345. Ele vai a pé.

          Ator global - A sociedade já editou seis livros de seus acadêmicos, todos com tiragens de mil exemplares. O mais recente, Realidade patente, coletânea poética do advogado Mário Antônio Silva, ganhou noite de autógrafos agitada. Os escritores desembolsaram R$ 7 mil para levar Jackson Antunes até lá. O ator global abrilhantou a festa declamando poesias do livro. O próximo lançamento, Espelhos d alma - Reflexões poéticas, é a estréia em livro de Gil Correia, que até hoje publicou poesias apenas em compilações e jornais do interior. A solenidade acontece dia 30 de novembro, comemorando ainda o segundo aniversário da academia. Com leituras e karaokê.

          Os acadêmicos de Gurupi não usam fardão. Não dá para usar. A média de temperatura por lá, no verão, beira os 38, 39 graus. Em tais condições, até um prosaico chazinho pode cair mal. Mas clima semelhante não dobra a baiana Academia Ireceense de Letras. Seu presidente, Erick Machado, estuda a possibilidade de adotar o uso do mesmo traje de Austregésilo de Athayde em 2002. ''O problema é que acho difícil os alfaiates da região terem técnica para fazer um fardão. Vamos ter que encomendar fora'', avalia Erick. Esse inédito escriba de 26 anos e dois romances engavetados assumiu a presidência da academia após pedido de afastamento do antigo mandatário, o cronista Jackson Rubem, mais preocupado em manter o emprego numa gráfica da cidade. Erick tem conseguido conciliar a presidência com seu ganha-pão: é professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira do ensino médio.

          Irecê fica encravada no Polígono da Maconha, no Noroeste da Bahia. Seus 50 mil habitantes testemunharam, ano passado, o racha na antiga Academia Ireceense de Letras e Artes (Aila), que perdeu a parte final de seu nome ao dispensar músicos e pintores que faziam parte do grupo. ''Eles não primam pelo bom uso da língua portuguesa, além de reclamarem da obrigatoriedade de terno e gravata nas reuniões mensais'', explica o vigilante Erick Machado. Fardão, então...

          Confrades - Em Irecê, a compostura é prevista desde o estatuto, inspirado no da Academia de Letras de Feira de Santana. No melhor estilo ABL, as reuniões (fechadas ao público em geral; forasteiros apenas mediante convite) são iniciadas com a palavra do presidente, seguida por leitura de poesias e alguma discussão literária que se apresente. Para fechar, chá com biscoitos para os ''confrades'' - é assim que eles se tratam.

Cordel de Lima Barreto
Ainda mais detalhado que o de Machado, nos mostra o quanto sofreu p escritor da raça negra em época de "abolição pela metade" e o quanto não desanimou , em sua luta incessante, mesmo sendo internado como louco. Tudo isso no inspirado e inspirador cordel de Gustavo. Maravilha! Maria Lindgren
(postado por Maria Lindgren <m-lindgren@uol.com.br> - Rio de Janeiro em 19/11/2005)

Cordel de Mario Quintana
Nâo estranhem o atraso do que escrevo, mas só agora volta a ler e comentar mais os nosso escritores . Não foi descaso, mas doença familiar. Gustavo me mandpu vários cord[eis. Vou comenta-los um por um, menos o de Machado de Assis, que já recebeu comentário meu. Hoje é o de Mario Quintana, que acabo de ler. O cordel "revive na poetisfera", como nos fala Gustavo, um grande poeta, num grande cordel. Informa muito e é lindo! maria lindgren
(postado por Maria Lindgren <m-lindgren@uol.com.br> - Rio de Janeiro em 19/11/2005)
GUSTAVO DOURADO
Incentivada pelo comentário de MARIA LINDGREN fui conhecer o Cordel Para LIMA BARRETO. Concordo com Maria, está uma beleza a homenagem feita pelo poeta Gustavo.Homem possuído pela profunda consciência política, movido pelo sentimento de dignidade, além do talento literário que foi nosso LIMA BARRETO, a exemplo do catarinense CRUZ e SOUSA sofreu a ingratidão de nossa excludente sociedade esta sim, acometida de fato, da maior insanidade. Bjda Fatima de Laguna diretodolitoralsuldeSC
(postado por fatima <fbarreto@bizz.com.br> - Laguna em 19/11/2005)
Cordel de Machado de Assis
Eu poderia escrever muito sobre esta obra-prima de Gustavo Dourado e enviar minhas opiniões direto ao autor. Decidi, no entanto, compartilha-la, embora um tanto tardiamente,com todos os que lêem o Café Literário. O autor consegue a forma de cordel e o conteúdo, em junção primorosa. Biografia essencial e agradável de ler de nosso Machado - impossível tarefa para quem não lida com forma, conteúdo e traços poéticos de modo tão competente, tão sensível. Tirei cópia para guarda-la junto ao que chamo Escritos Maravilhosos. Acho mesmo que merece um prêmio especial o cordel de Machado de Assis, de Gustavo Dourado. Um abraço muito sincero e os parabéns sentidos ao autor e ao Cronópios, que o publica. Maria Lindgren
(postado por Maria Lindgren<m-lindgren@uol.com.br> - Rio de Janeiro em 18/11/2005)
Cordel de Gustavo Dourado ganha prêmio especial...
Cordel de Gustavo Dourado ganha prêmio especial...
Prezado Gustavo Dourado, Tomei a liberdade de incluir o UFOCORDEL (de sua autoria) em nosso II TOP UFOVIA 2005. Vc receberá, merecidamente, troféu especial e certificado de mençao honrosa pelo seu histórico trabalho legado à Ufologia em 2005, bem como o senhor Mário Rangel, pesquisador e colaborador do UFOCORDEL, receberá um certificado de menção honrosa com o reconhecimento de seu apoio à criação desse histórico documento. Obrigado, em nome de todos os homenageados no UFOCORDEL e de toda a comunidade ufológica brasileira. http://www.viafanzine.yan.com.br/site_vf/ufovia/top_ufovia2.htm Obrigado e um gde abc! Pepe Chaves editor VIA FANZINE webmaster UFOVIA consultor REVISTA UFO
(postado por Gustavo Dourado<gustavodourado@yahoo.com.br> - Brasília em 9/11/2005)
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