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Cordel da França |
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Gustavo Dourado
A França é uma princesa Que exprime a Cultura Revolucionou o Mundo Com a sua literatura Paris, a cidade-luz: Ilumina com ternura... França é movimento Vanguarda e dinamismo Terra de criatividade De Arte e Iluminismo Onde flui a criação: Sonhos do Surrealismo Terra de Simone e Sartre Berço do Existencialismo Onde Flaubert encantou Com a Flor do Realismo Onde se fez resistência: Contra o Nazifascismo... França da Revolução Das musas e trovadores De Lyon e de Provence Dos poetas criadores De Rimbaud e Baudelaire: Dos gigantes pensadores... A França é um exemplo Para toda a humanidade A Poesia se expressa Flui amor e liberdade O saber e o pensamento: Transmutam fraternidade... |
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"A Arte de Reinventar""Maria Félix Fontele" | |
OETA-GUSTAVO DOURADO
A arte de reinventar. Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta
da reinvenção ... Maria Félix Fontele - Jornalista e Escritora. voltar Próximo.
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POETA-GUSTAVO DOURADO
A arte de reinventar. Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta
da reinvenção ... A sou EEUU". Maria Félix Fontele. Jornalista e Escritora. ...
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POETA-GUSTAVO DOURADO
A arte de reinventar Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta
da reinvenção e da magia. ... Maria Félix Fontele - Jornalista e Escritora.
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POETA-GUSTAVO DOURADO
Maria Félix Fontele - A arte de reinventar Maria Fontes - Cordel Na Internet
Maria José Zanini Tauil - Brasil, país invivível? Maria Thereza Neves ...
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Usina de Letras
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A arte de reinventar -- 04/11/1999 - 23:29 (Maria Félix Fontele). ...
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Usina de Letras
... Maria Félix Fontele. Patrocine esse autor. . Ensaios - (1). Título, Data, Hora,
Leituras. A arte de reinventar, 04/11/1999, 23:29, 301. Patrocine esse autor. ...
www.usinadeletras.com.br/ exibelotextoautor.phtml?user=Mfelix - 26k - Resultado Adicional -Cosmovisão no cinema ( Maria Félix Fontele / G. Dourado) ... A arte de reinventar.
Phalábora é a síntese da poesia de Gustavo Dourado, poeta da reinvenção e ...
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Cordel do Cinema Novo |
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Gustavo Dourado Para Sylvie Debs "Uma idéia na cabeça |
| Phalábora (http://www.gustavodourado.ebooknet.com.br)
Texto poético-crítico com re(in)venção da linguagem. Viaja por vários caminhos, pelos campos da ecologia, da informática, da política, da economia, do cinema, das artes gráficas, da semântica, da crítica e da sátira, da ironia, da denúncia, da literatura de cordel, de muitos mais e de tudo enfim, procurando abrir brechas na vastidão das possibilidades que lhe oferecem as palavras e uma prole numerosa de sígnos icônicos e indiciais. Concreto, expressionista, pop, criador multimídia, a movimentar um poderoso arsenal de recursos poéticos e transpoéticos, de inesgotável utilização. (Parecer sobre o livro Phalábora da Comissão Selo Letras da Bahia, 1998) |
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| Linguátomo
Nesta obra, o autor utiliza os vocábulos como setas, indicando uma inovação do referente na linguagem poética. Desenvolve uma corrente avassaladora de imagens ainda mal captadas pela nossa sensibilidade e sentidos. O poeta desfia uma linguagem atomizada às últimas conseqüências. Sua capacidade criativa serpenteia orientado para o cerne do estágio atual da vanguarda de nossa cultura.(Celso Moliterno) |
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| Espejos de La Palabra / Espelhos da Palavra
Coletânea poética de autores brasileiros - brasilienses e uruguaios: Gustavo Dourado, Maria Félix Fontele, Antônio Carlos Osório, Roberto Bianchi, Sonia Otero, Antônio Temóteo, Menezes y Moraes, Ivan Monteiro, Nina Reis, Meireluce Fernandes, Luiz Carlos de Oliveira, Ildefonso Sambaíba, Celina Lamounier (+), Manuela Castelo Branco, Marisa Mendes, Âmbar de Quevedo, entre outros. Edição Bilíngüe Português/Espanhol. |
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| Carmo Bernardes Imortal (versos de Amargedom)
Biografia poética em cordel do escritor mineiro-goiano Carmo Bernardes. Ecologista, pesquisador, contista, romancista, agricultor, carpinteiro, pedreiro, marceneiro, dentista prático, pintor, redator, jornalista, cientista libertário... Prêmio Casa das Américas. |
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| Tupynambarbárie
Livro experimental do autor, com ilustração da jornalista Márcia Macedo. Poemas-colagens, poemas-montagens, fotos, poemas-instalações. Poemas destaques: Não Quero Cúpula: Quero Cópula, O Brasil Quem U$A Sou E.E.U.U, A Repúblika não é Pública: É Ré, Apartamento: Apertapartando...Apartapertando. |
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| Cordel da Criatividade
Livro de poesia / Cordel de Criatividade, que conta a história do Centro de Criatividade do Hospital Sarah Kubitschek e do Projeto Rimagens. Foram publicados 20.000 exemplares, distribuídos no Brasil e no exterior. 'Crianças gerando Artesperança Vital, Arteespírito da Vida, Artespelho Social, Artelúrica Visão, Artemperança Total. |
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Cordel do Corno Affonso Romano de Sant' Anna |
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| Fórum da ASÁGUAS |
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| Marcos Airton de Sousa Freitas usuário ![]() Yoda
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quarta sim 2ª ed Sarau de Poesias - 2005/05/16 17:47
quarta sim 2ª ed O Coletivo de Poetas e o bar Quo Vadis? convidam para a 2ª edição do sarau Quarta Sim, a realizar-se nesta quarta-feira, 18 de maio, na CLN 309. Bl. A Galeria, fone 447.3118, a partir das 21horas. Poeta homenageado: Cassiano Nunes, pelo cineasta Bernardo Bernardes, autor do curta-metragem “Viva Cassiano”, ganhador do “Troféu Candango” no Festival de Cinema de Brasília. Cassiano Nunes tem 84 anos, é professor aposentado de Literatura, pela Universidade de Brasília, e vive na cidade desde 1960. Poetas convidados: Lourdes Teodoro; Maria Félix; Gustavo Dourado (Amargedon), e José Edson dos Santos. Cantoras e compositoras convidadas: Sarasthi, que mostrará composições próprias e interpretações, e Merry Cantuária, com a participação especial de Marcelo Ximenes. Rodas de Poesia, canjas musicais e performances: Coletivo de Poetas e representantes da confraria Quo Vadis? Observação: o poeta Herbert Lago Castelo Branco teve um problema e não pôde participar da 1ª edição do Quarta Sim, e por isto estará relançando o livro “Versos Avoantes”. Vamos homenagear os aniversários dos poetas Gustavo Dourado e José Edson dos Santos. | |||
| Autor | Mensagem |
| Tópicos | Autor | Data | ||||
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Marcos Airton de Sousa Freitas | 2005/05/16 17:47 |
:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
Francisco Gustavo de Castro Dourado. Pseudônimo: Amargedon Natural de: BA Em
Brasília desde: 1975 gustavodourado@gustavodourado.com.br. 1 2 · Título ...
www.bdb.org.br/frmPublicaEscritor.aspx?Codigo=55 - 14k -
:: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
... la individualidad continental del Brasil, Nestor dos Santos Lima. Oh, My God!
Luiz Paulo Pieri. Tupynambarbarie, Francisco Gustavo de Castro Dourado ...
www.bdb.org.br/frmConsultaObras.aspx?Codigo=Y - 15k -Em cache - Páginas Semelhantes :: Biblioteca Demonstrativa de Brasília :: - 3 nov.
Phalábora Francisco Gustavo de Castro Dourado. Ilustrador: CMJ / Gustavo
Dourado Editora: Valci Gráfica e Editora Ano de Publicação ...
www.bdb.org.br/frmPublicaObra.aspx?Codigo=129 - 14k - Resultado Adicional -Em cache - Páginas Semelhantes :: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
Cordel da criatividade Francisco Gustavo de Castro Dourado. Ilustrador:
Crianças - Pacientes do Hospital Sarah Editora: Sarah / FPS ...
www.bdb.org.br/frmPublicaObra.aspx?Codigo=247 - 12k - Resultado Adicional -Em cache - Páginas Semelhantes :: Biblioteca Demonstrativa de Brasília ::
Tupynambarbarie Francisco Gustavo de Castro Dourado. Ilustrador: Márcia
Macedo (+) Editora: Editora do Autor Ano de Publicação ...
www.bdb.org.br/frmPublicaObra.aspx?Codigo=246 - 13k - Resultado Adicional -Em cache - Páginas Semelhantes
Correio Braziliense - 11 nov.
O Correio Braziliense foi fundado junto com Brasília em 21 de abril de 1960 por
... Gustavo Dourado, presidente do Sindicato dos Escritores do Distrito ...
www2.correioweb.com.br/cw/ EDICAO_20020521/vid_mat_210502_21.htm - 21k -
GUIA - Divirta-se
... COLUNAS. Crônica da Cidade. Correio do Brasiliense. ... Hoje, às 20h. Palestra com o
escritor Gustavo Dourado e recital poético pelo projeto Terças Literárias. ...
www2.correioweb.com.br/cw/2001-09-25/mat_14008.htm - 23k - Resultado Adicional -Em cache - Páginas Semelhantes
[ Mais resultados de www2.correioweb.com.br ]
..:: Bastidores ::..
... Gustavo Dourado acaba de ser brindado com entrevista no Correio Braziliense.
Falou sobre escritores virtuais e livros independentes. ...
www.prefacio.net/bastidores/ textos/anteriores/bastidores01.htm - 19k - Resultado Adicional -
[ Mais resultados de www.prefacio.net ]
Cibercultura] Fwd: Correio Braziliense LITERATURA Rede de ...
Com.Br> > Subject: Correio Braziliense LITERATURA Rede de alternativas=20 >
www.gustavodourado.com.br > Reply-To: "gustavo dourado" ...
www.listas.ufba.br/pipermail/ cibercultura/2005-January/001523.html - 37k -
GRANDE CORDEL DA UFOLOGIA BRASILEIRA

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Gustavo Dourado Gevaerd, Dourado, Petit: homenagem a Uchôa
Tese de Doutorado Cordel: Patrícia Araújo UFPB
http://www.gustavodourado.com.br/patriciaaraujo.htm
Tese de Cordel Entrevista de Gustavo Dourado a Patrícia Cristina Araújo: Tese de Doutorado em Cordel: Universidade Federal da Paraíba.
ENTRE RIMAS E VERSOS:
CORDEL, A ARTE DE FAZER HISTÓRIA
Patrícia Cristina Araújo
Nome: Francisco Gustavo de Castro Dourado
Nome Literário: Gustavo Dourado
Pseudônimo: Amargedom
Escolaridade: Graduação: Letras (UnB) Pós-Graduação: FBT – FADM - Arte-Educação; Educação; Literatura; Teatro; Linguagens Artísticas; Gestão Pública (EG/ONU).
Idade: 44
Natural de: Recife dos Cardosos – Ibititá - Região de Irecê - Chapada Diamantina -Baixo Médio São Francisco – Estado da Bahia – Brasil
Local onde mora:
Candangolândia – Brasília - DF
Atividade que exerce atualmente:
Professor/Educador/Escritor/Cordelista/Pesquisador/Gestor/Produtor e Consultor Cultural.
Número de cordéis publicados: 226 no total, sendo 222 virtuais, 6 em ofsete, alguns em antologias, jornais, sites, fanzines, blogs e revistas.
*Ps 1: No prelo: Cordeli@
Antologia poética virtual de Literatura de Cordel Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br/cordel.htm
*Ps 2: Mais de mil cordéis escritos e inéditos.
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Nome: Gustavo Dourado website: Livros Virtuais: www.gustavodourado.ebooknet.com.br
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| Baiano de Recife dos Cardosos - Ibititá (região de Irecê)/ Chapada Diamantina, Gustavo Dourado (Amargedom) viveu na Bahia durante 15 anos. Em Brasília há 25 anos, tem participado ativamente dos movimentos políticos,ecológicos, populares, sociais e culturais. Na UnB destacou-se como líder estudantil e cultural e promoveu vários eventos como o Flimpo, a Expoarte, Show do Arroto e encontros estudantis. Foi fundador e Diretor do Centro Acadêmico de Letras. Amargedom é autor de nove livros, alguns premiados e com poemas traduzidos em cinco idiomas. É professor de Português, Literatura, Lingüística, Redação, Ensino Religioso, Práticas Agrícolas e Folclore Brasileiro. Lecionou no Colégio Elefante Branco e na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.Ensinou no Gama, Ceilândia, Taguatinga, LBA e no Hospital Sarah (nas áreas de criatividade e de linguagens artísticas). Atuou como delegado e militante do Sindicato dos Professores, Senalba, Sindsep e Sindicato dos Escritores (Diretor sociocultural). Em Taguatinga dirigiu o CineClube Gritto, participou da Associação dos Moradores da QNG, do Grupo Caxadágua e da Associação de Arte e Cultura / FACULTA. É produtor cultural e de eventos e membro do Fórum Brasília. Faz parte de academias e entidades socioculturais. Presidente da Academia de Letras e Música do Brasil e membro da Academia Internacional de Lutèce, Paris, França. Pesquisador cinematográfico, fez a pesquisa biográfica e literária do filme “Castro Alves”, de Silvio Tendler, prêmio Margarida de Prata da CNBB, em 1999. Assessor de Literatura da Fundação Cultural do DF. Presidente do Sindicato dos Escritores do DF. Representante da União Brasileira de Escritores. Filiado à Associação de Imprensa de Brasília. Pós-graduado em Gestão ( ONU), Literatura, Educação, Folclore, Cultura Popular, Linguagem Teatral e Linguagens Artísticas. Seu trabalho recebe constantes elogios de críticos e jornalistas e foi analisado pela professora, escritora e antropóloga Sylvie Raynal, da Universidade Sorbonne (França),Wolf Ludwig, da Alemanha e outros pesquisadores estrangeiros.Conselheiro da revista DF Letras, do Concurso de Redação da S/A Correio Braziliense / Fundação Assis Chateaubriand,prêmio Estadão de Cultura/jornal O Estado de São Paulo, Imprensa Nacional,entre outros. Representante de FEDF (Fundação Educacional do Distrito Federal) junto a 52ª SBPC, realizada na Universidade de Brasília, em julho de 2000. Foi alfabetizado aos três anos pelo pai, com leituras bíblicas, literatura oral e literatura de cordel, ouvindo estórias, causos, repentes e lendas sertanejas. Destaca-se como um dos escritores baianos/brasilienses mais criativos e inovadores dos últimos tempos, de acordo com renomados críticos.. Estabeleceu contato com os concretistas, neoconcretistas,cordelistas, repentistas, experimentalistas, jornalistas e vanguardistas de várias tendências. Autor de centenas de folhetos de Cordel (muitos inéditos), contos, crônicas, ensaios, romances e roteiros cinematográficos. No GDF criou /coordenou diversos projetos lítero-culturais, tais como Poesia no Ônibus, Encontro com a Palavra, Bolsa Brasília de Produção Literária, Lançamentos de Livros, Estante do Escritor, Fórum Permanente de Escritores, entre outros. Participou ativamente da Feira do Livro de Brasília, Festivais de Cinema,Classe Arte, Temporadas Populares, Hora do Trabalhador, Almoço com o Escritor, Bienais Internacionais do Livro do Rio e de São Paulo. Improvisador, repentista, declamador. Participou de mais de 500 recitais poéticos e de diversas antologias, jornais e revistas no Brasil e no exterior. O seu livro Phalábora foi selecionado pela Comissão Editorial Letras da Bahia para ser divulgado no Projeto Brasil 500 Anos e foi objeto de estudo do Professor Ilton Cerqueira no Mestrado de História da Universidade Federal de Ouro Preto, em 1999. Em 2000 inaugurou com o reitor da Universidade de Brasília, Prof. Lauro Morhy , a Estante do Escritor Brasiliense, na Biblioteca Central da UnB, com a participação de mais de 200 autores. Estudioso da História e da Literatura da Bahia e de Brasilia com destaque para assuntos ligados ao cangaço,Lampião, Corisco, Padre Cícero, Canudos, coronelismo, Horácio de Matos, Manoel Querino, Revoltosos, Cordel, garimpeiros, genealogia, ciganos, pioneiros, JK, Missão Cruls, jagunços e aventureiros do Planalto Central, do Cerrado, de Goiás, do Sertão Nordestino e da Chapada Diamantina. Tem parentesco com Raul Seixas, Castro Alves, Glauber Rocha e Regina Dourado. Descendente de família de escritores, dos quais se destacam Autran Dourado, Ângelo Dourado, Alzira Dourado, Mecenas Dourado e o cartógrafo português Fernão Vaz Dourado, entre outros. Atualmente, cursa pós-graduação em Gestão Pública na Escola de Governo do Distrito Federal em Convênio com a ONU- Organização das Nações Unidas. Obras: Phalábora - 1997 Transformação - UnB - 1980 Linguátomo - 1991 Espejos de La Palabra / Espelhos da Palavra - 1999 Carmo Bernardes Imortal (versos de Amargedom) - 1996 Tupynambarbarie - 1984 Cordel - Torquato Neto - 1991 Coletivo de Poetas( Participação) Org. Menezes Y Moraes - 1997/98 Brasília: Vida em Poesia ( Participação) Org. Ronaldo Mousinho - 1997 Autores em Braille ( Participação) Org. Dinorá Couto - 1995/2002 Dicionário de Escritores de Brasília ( Verbete), de Napoleão Valadares - 1994 Encíclopedia da Literatura Brasileira - Equipe Afrânio Coutinho ( Verbete) - 2001/02 Coral da UnB - Cordel - 1981 6 posteres e 6 postais de Poesia - Edição do Autor - 1980/2001 2 Adesivos Poéticos - 1983 - Lançamento no Restaurante Beirute - Brasília Catálogo de Escritores Brasilienses( Verbete) - Governo do Distrito Federal - 2001 Poesia de Brasília, de Joanyr de Oliveira ( Participação) - 1999 Cordel da Criatividade. Equipos/Sarah - 1986 Pesquisa do Filme Castro Alves - Retrato de um Poeta, de Sílvio Tendler, Prêmio Margarida de Prata, da CNBB. - 1999 Participação Poética/Entrevistas em Filmes e Vídeos de Maria Coeli, Márcia Macedo, Reginaldo Gontijo, Maria Maia, Vladimir Carvalho, George Jesus Duarte, UnB, Universidade Católica de Brasília, Grupo HUNDREDONE. -1980/2002 E-Mail: gustavodourado@yahoo.com.br | |
Sem o glamour e os recursos da ABL, academias literárias se espalham pelo país com saraus à luz de velas e até karaokê
BERNARDO SCARTEZINI
À frente da Academia Taguatinguense de Letras, o presidente J. Simões resume o teor das reuniões: 'Nossa luta é manter viva a cultura'
BRASÍLIA - Gurupi fica no coração do Brasil. Estado de Tocantins, a 240km ao Sul da capital Palmas, a 750km de Brasília. Erguida no cerrado, a cidade de 65 mil habitantes também reúne seus literatos, de recente história. A Academia Gurupiense de Letras (AGL) foi fundada há menos de um ano, em novembro de 2000. É a prima mais jovem das inúmeras academias literárias que se espalham pelo país, com mais ou menos recursos, maior ou menor glamour. Entidades civis à sombra da Academia Brasileira de Letras (ABL), com postos menos badalados, fora das pretensões de Paulo Coelho, Zélia Gattai e Jô Soares.
Mesmo distante dos holofotes da imortalidade literária, a AGL procura seguir a tradição da altiva Academia Francesa de Letras. Assim, reservou 40 cadeiras para membros vitalícios. No momento, apenas metade das vagas está ocupada. A cada ano, a academia pretende acolher dois novos sócios, eleitos em assembléia interna, até se fechar o grupo. Para se candidatar, segundo o estatuto da AGL, o pretendente deve morar no município há três anos, ser ''ativo'' no circuito cultural da cidade, e cumprir a idade mínima prevista de 35 anos; o que garantiria que a veia literária está algo amadurecida, não representando mero arroubo da juventude.
O poeta e jornalista Gil Correia, 41 anos, correspondente local do Jornal de Tocantins, de Palmas, dá expediente na AGL todo fim de tarde. Coloca em dia a correspondência, prevê sessões especiais, bola concursos literários e apruma as contas. Tarefas de presidente da casa. O cargo não é remunerado. Ao contrário: cada sócio paga anuidade de meio salário-mínimo. Mas Correia nem reclama. Até porque sua casa fica a uma quadra da sede da Academia: dois quartos e um banheiro alugados - por R$ 150 mensais - em um casarão da Av. São Paulo, 1.345. Ele vai a pé.
Ator global - A sociedade já editou seis livros de seus acadêmicos, todos com tiragens de mil exemplares. O mais recente, Realidade patente, coletânea poética do advogado Mário Antônio Silva, ganhou noite de autógrafos agitada. Os escritores desembolsaram R$ 7 mil para levar Jackson Antunes até lá. O ator global abrilhantou a festa declamando poesias do livro. O próximo lançamento, Espelhos d alma - Reflexões poéticas, é a estréia em livro de Gil Correia, que até hoje publicou poesias apenas em compilações e jornais do interior. A solenidade acontece dia 30 de novembro, comemorando ainda o segundo aniversário da academia. Com leituras e karaokê.
Os acadêmicos de Gurupi não usam fardão. Não dá para usar. A média de temperatura por lá, no verão, beira os 38, 39 graus. Em tais condições, até um prosaico chazinho pode cair mal. Mas clima semelhante não dobra a baiana Academia Ireceense de Letras. Seu presidente, Erick Machado, estuda a possibilidade de adotar o uso do mesmo traje de Austregésilo de Athayde em 2002. ''O problema é que acho difícil os alfaiates da região terem técnica para fazer um fardão. Vamos ter que encomendar fora'', avalia Erick. Esse inédito escriba de 26 anos e dois romances engavetados assumiu a presidência da academia após pedido de afastamento do antigo mandatário, o cronista Jackson Rubem, mais preocupado em manter o emprego numa gráfica da cidade. Erick tem conseguido conciliar a presidência com seu ganha-pão: é professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira do ensino médio.
Irecê fica encravada no Polígono da Maconha, no Noroeste da Bahia. Seus 50 mil habitantes testemunharam, ano passado, o racha na antiga Academia Ireceense de Letras e Artes (Aila), que perdeu a parte final de seu nome ao dispensar músicos e pintores que faziam parte do grupo. ''Eles não primam pelo bom uso da língua portuguesa, além de reclamarem da obrigatoriedade de terno e gravata nas reuniões mensais'', explica o vigilante Erick Machado. Fardão, então...
Confrades - Em Irecê, a compostura é prevista desde o estatuto, inspirado no da Academia de Letras de Feira de Santana. No melhor estilo ABL, as reuniões (fechadas ao público em geral; forasteiros apenas mediante convite) são iniciadas com a palavra do presidente, seguida por leitura de poesias e alguma discussão literária que se apresente. Para fechar, chá com biscoitos para os ''confrades'' - é assim que eles se tratam.
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