O Bra$yl quem U.$.A. sou E.E.U.U.
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Gustavo Dourado

 
Bra$yl


O Bra$yl quem U.$.A. sou E.E.U.U.
Escritor reclama direitos autorais à Folha de S. Paulo
Direitos Autorais - exclusivo:
Escritor reclama direitos
autorais à Folha de S. Paulo
O escritor Gustavo Dourado reclama junto à um dos maiores jornais do país,
pelo reconhecimento à legitimidade de sua frase de sua autoria publicada pelo veículo.
 
Da Redação
Via Fanzine
 
O escritor e poeta Gustavo Dourado, natural de Recife dos Cardosos/BA e residente em Brasília/DF, trava um imbróglio com um dos maiores jornais do país, a Folha de S. Paulo. Segundo o escritor, um poema de sua autoria, intitulado "O Bra$yl quem U.$.A. sou E.E.U.U.", foi publicado por um articulista daquele veículo e teve a fonte autoral omitida, mesmo após pedir retificação formal ao jornal. 
Dourado escreveu ao autor do artigo que cita sua frase "O Bra$yl quem U.$.A. sou E.E.U.U." justificou, dizendo ter visto a frase pichada em muro e, por isso não citou a autoria da mesma por ignorá-la.  
Segundo Dourado, se pesquisar no Google "O Brasil quem Usa sou EEUU" mostrará o artigo da Folha com  o título atribuído ao jornalista Paulo Nogueira Batista. Porém, Dourado assegura ter em seu nome o registro autoral na Biblioteca Nacional, além de publicações do poema em seus livros, no jornal Correio Braziliense, Revista Dimensão (Uberaba) e em vários sites, como  o Jornal de Poesia, Usina de Letras, entre outros. Ele garante ainda ter várias testemunhas em Brasília, que comprovam sua autoria sobre o texto em questão que, inclusive, encontra-se em seu site, www.gustavodourado.com.br. 
Dourado, reclamou à Folha de S. Paulo, para que ele apenas fosse reconhecido, em uma errata, como autor de uma idéia citada na frase publicada por um articulista daquele jornal. Segundo ele, recorreu até ao ombudsman jornal, sem obter nenhum retorno positivo, pois o jornal insiste em não reconhecê-lo como autor do texto que publicou. Falamos com Dourado por e-mail, o diálogo segue abaixo.  
VF: O que o faz exigir que a Folha de S.Paulo reconheça a autoria de sua frase?
Gustavo Dourado: Por uma questão de justiça e seriedade. Sou o autor do poema que foi publicado em três livros de minha autoria e registrado na Biblioteca Nacional. A frase-poema foi publicada no Correio Braziliense, na Revista Dimensão(MG), na Usina de Letras e foi criada por mim em 1977. Não acho justo aparecer como sendo de outro autor. É um abuso e um desrespeito brutal aos Direitos Autorais e à Propriedade Intelectual.  
VF: Quais são as providências que o senhor está tomando?
GD: Fiz uma extensa pesquisa sobre o poema na Internet e em documentos históricos. Já recebi a solidariedade de dezenas de pessoas-testemunhas, que atestam minha autoria. Pretendo acionar judicialmente os responsáveis para corrigir a apropriação indébita do meu poema. Preciso contratar um bom advogado...  
VF: Para o senhor, por que a Folha de S.Paulo não deseja reconhecer publicamente a autoria de seu trabalho?
GD: Não consigo entender o motivo.Talvez seja para não provar que um de seus "articulistas" tenha cometido um grave erro. Errar é humano.É importante que se assuma e se corrija os erros cometidos.A verdadeira autoria está mais que esclarecida.O grande problema é a impunidade.Os poderosos não respeitam a lei e se julgam acima da verdade e da justiça...
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